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Haumea

sábado, julho 6th, 2013

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Haumea é uma deusa primordial havaiana relacionada à fertilidade e aos partos, geralmente identificada com a deusa-mãe Papa, podendo ser uma versão dela. Haumea era uma das divindades mais antigas a ser adorada nas ilhas havaianas. Ela é, por vezes dita ser a consorte do deus Kanaloa, com quem teve vários filhos, sendo os mais proeminentes o deus da guerra Kekaua-kahi, a deusa vulcão Pele, e a bela deusa Hi’iaka.
 
Haumea é uma divindade que domina a feitiçaria, e usa seus poderes para adotar todos os tipos de formas e identidades. Além disso, ela era capaz de se rejuvenescer constantemente, vindo a ter muitos filhos com seus próprios filhos e seus descendentes, a fim de perpetuar a raça humana. Haumea também é relacionada com os frutais sagrados, que produziam frutas segundo a sua vontade. Ela possuía uma vara mágica chamada Makalei, que atraia os peixes e ajudava na produção de alimentos.
Como deusa padroeira dos partos, Haumea se mostrava tão habilidosa que seus filhos nasciam de várias partes de seu corpo. Acredita-se que ela tenha ensinado à humanidade como fazer um parto natural, pois antes formas primitivas da cirurgia cesariana eram a única forma de trazer uma criança ao mundo, e quase sempre custavam a vida das mulheres.

Leontophone

sexta-feira, abril 26th, 2013

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Leontophone (Leontophonos, Leophontes) é um pequeno animal descrito em bestiários medievais como sendo uma espécie letal para os leões. Para acabar morto, um leão só precisa mordê-lo, embora, em um ritual próprio, a carne do leontophone é queimada e suas cinzas são polvilhadas sobre um pedaço de carne, que é colocado em uma encruzilhada. Se um leão comer até mesmo uma pequena quantidade desta carne contaminada, ele morre. Os antigos consideravam esse método um “arranjo feliz”, uma vez que tanto os leões e os leontophones morrem no processo; a partir disto, pode-se seguramente assumir que assim como os leões eram considerados perigosos, os leontophones eram tidos como pragas.
Da mesma forma, devido ao perigo que representam para os leões, estes instintivamente odeiam os leontophones. Quando confrontados por um leontophone, os leões muitas vezes os caçam e os matam, rasgando-os com as suas garras ao invés de mordê-los ou devorá-los. No entanto, algumas fontes afirmam que os leões fogem instantaneamente das pequenas criaturas, somente atacando-os e matando-os quando ficam sem opções de fuga (sendo que atacar um leontophone pode fazer com que o mesmo urine, e sua urina também é fatalmente venenosa para os leões).
Embora nenhuma fonte forneça uma representação clara da aparência de um leontophone, algumas fontes especulam que a criatura se pareça com um pequeno javali ou um pequeno urso, enquanto outras especulam que ele é uma criatura serpentina ou semelhante a um verme.

Manuscrito de Voynich

segunda-feira, março 26th, 2012

Pouca gente conhece o Manuscrito de Voynich, que é considerado o “livro mais misterioso do mundo”. O que o torna tão misterioso é o fato de ser o único documento da Idade Média que ainda não foi decifrado.
O livro tem 204 páginas em pergaminho e, além dos textos incompreensíveis, contém muitas ilustrações que ajudam a entender sobre o que tratam quatro das cinco partes em que o livro parece estar dividido: botânica, astronomia, biologia, farmacologia (ou medicina). A última parte do livro contém apenas escrita, tornando difícil imaginar sobre o que trata. Este livro possui linhas de texto rabiscado em pergaminho visivelmente envelhecidos, que flui ao redor ilustrações primorosamente desenhada retratando plantas, tabelas astronômicas e figuras humanas em banho – talvez – a fonte da juventude.
À primeira vista, o “manuscrito Voynich” não parece ser diferente de qualquer outro trabalho antigo de escrita e desenho. Mas uma segunda olhada revela que nada aqui é o que parece. Caracteres estranhos, letras que lembram o latim, outras ao contrário de qualquer coisa usada em qualquer língua conhecida, são organizadas em que parecem ser palavras e frases, exceto que eles não se parecem com nada escrito – ou lido – por seres humanos. Na verdade o alfabeto utilizado em forma cursiva no texto é completamente diferente de qualquer idioma conhecido, e por isso é senso comum entre os especialistas que seja uma espécie de código o que está escrito nas aproximadamente duzentas e cinquenta páginas recheadas de ilustrações sobre astrologia, plantas e moças tomando banho em um encanamento muito bem elaborado. Foram inúmeras as tentativas frustradas nesses quase cem anos para decifrar o misterioso código.
O manuscrito, que atualmente pertence ao Beinecke Rare Book and Manuscript Library da Universidade de Yale, foi descoberto em Villa Mondragone, perto de Roma, em 1912 pelo antigo livreiro Wilfrid Voynich enquanto selecionava itens de um baú de livros colocado à venda pela Companhia de Jesus. Voynich dedicou o resto de sua vida para desvendar o mistério da origem do livro e decifrar seus significados. Ele morreu 18 anos depois, sem ter descoberto qualquer segredo do livro. Durante os últimos cinco séculos, o livro intriga criptógrafos, padres, matemáticos e até reis. Escritas numa língua indecifrável e ilustradas com plantas, símbolos zodiacais e mulheres nuas, suas 240 páginas parecem revelar algum segredo milenar, uma enigmática fórmula de alquimia. Mas esse mistério pode ter sido revelado.
O cientista da computação Gordon Rugg, da Universidade de Keele, na Inglaterra, acredita ter decifrado o código do livro, e arremata: o documento significa nada, coisa nenhuma. É puro conto do vigário armado para arrancar dinheiro de um abastado imperador. Revelado ao mundo em 1912 pelo colecionador americano Wilfrid Voynich, que emprestou seu nome ao mistério, o manuscrito não tem autoria nem data de nascimento conhecidas. Suas letras foram comparadas com numerais romanos e com os alfabetos latino, chinês, e árabe, entre outros. Para tentar decifrar o mistério, Rugg valeu-se de técnicas do próprio século 16, período em que o livro surgiu. Com um instrumento chamado Grade de Cardano, composto de 40 linhas e 39 colunas, ele criou uma tabela e a preencheu com sílabas do “voynichês”. Sobre a tabela, deslizou um cartão com janelas dispostas ao acaso. Conforme os movimentos do cartão, diferentes palavras formaram-se. “Obtivemos palavras com os mesmos padrões lingüísticos do manuscrito”, diz Rugg. Mas essa semelhança poderia ocorreu mesmo se as frases do livro tivessem um sentido. “O método produz uma imitação ao acaso assim como as palavras de um idioma. Por isso, o livro ainda pode ter sido escrito em língua natural”, afirma Jorge Stolfi, professor de computação da Universidade de Campinas, que estuda o manuscrito há seis anos. A maior evidência da fraude é que a Grade de Cardano era conhecida pelo alquimista Edward Kelley, com quem Rodolfo II, imperador da Boêmia, atual República Tcheca, obteve o manuscrito de Voynich. Entre 1576 e 1606, o rei Rodolfo levou ao Castelo de Praga ricas coleções de relíquias e obras de arte. Como também era dado a investigações de alquimia e magia negra, teria sido uma presa fácil para Kelley. A malandragem teria valido 600 ducados, segundo arquivos do imperador. Algo em torno de 150 mil reais hoje em dia.

Dragões

segunda-feira, janeiro 2nd, 2012

The_black_dragon_attack_PRINT_by_el_grimlock Dragões são, sem dúvida, uma das figuras mais enigmáticas que supostamente viveram ou vivem nesse planeta.

Eles estão presentes em praticamente todas as histórias das civilizações. Existem manuscritos narrando confronto de cidades e seus exércitos nos primeiros séculos contra ataques de dragões.
Tanto na Europa, quanto na Ásia e nas Américas, existem lendas de dragões, mitos que provém de épocas em que essas culturas não tinham entrado em contato.
Como pode uma criatura que nunca existiu estar presente em todas as culturas sem ao menos haver a disseminação de uma cultura para outra?
A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado
originalmente para definir grandes serpentes. Eles são representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano, muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo.
Em vários mitos eles são apresentados literalmente como grandes serpentes, como foram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de ser uma presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, o mito do dragão assume, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferente, podendo assim fazer esses monstros irem de fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ate simples feras destruidoras.
Nunca foi encontrado nada além de relatos e historias fantásticas, tão pouco houve algum avistamento registrado de dragões nos tempos modernos, porém sabe-se, que os dragões eram odiados pelos humanos em quase todas as culturas e que eram considerados inimigos dos homens.Alguns Criptozoologistas sugerem que se eles realmente tenham existido, foram extintos na Idade Média, entretanto, não há como explicar a ausência completa de evidencias. Nenhum fóssil, ossada, carcaça ou qualquer outra grande evidencia foi encontrada ate hoje, tudo que se sabe sobre dragões vem de livros, textos, pinturas, desenhos e manuscritos da Antiguidade.

leviathan1  Dragões