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Tezcatlipoca

segunda-feira, novembro 5th, 2012

Tezcatlipoca

 

Tezcatlipoca √© um dos tr√™s grandes deuses da mitologia asteca: √© o deus do c√©u noturno, da lua e das estrelas; senhor do fogo e da morte. Uma das figuras mais temidas do pante√£o asteca, criador do mundo, vigilante das consci√™ncias. √Äs vezes √© representado como um jaguar e carrega no peito um espelho atrav√©s do qual podia ver toda a humanidade. √Č conhecido como “O Senhor do Espelho Fumegante”.

As tradu√ß√Ķes para o nome de Tezcatlipoca s√£o bem variadas e, algumas vezes, at√© contradit√≥rias. Apesar de haver uma certa converg√™ncia quanto a tradu√ß√£o literal dos dois principais termos que comp√Ķe o nome do deus (Tezcatl e Poca), especialistas em n√°huatl concordam que as quest√Ķes referentes a esse debate n√£o est√£o fechadas.

Tezcatl √© freq√ľentemente traduzido por refletir ou espelho.

Poca significa fumo, fumaça.

Com a junção dos dois termos, teríamos a tradução mais usual: espelho fumegante.

Muitos estudiosos afirmam que a palavra tletl (luz) estaria localizada entre os dois termos anteriores, formando espelho de luz fumegante, mas essa hipótese não é confirmada.

Alguns especialistas de Tlaxcala apontam para a palavra Pucah, do idioma Otomi, que significa negro, mas a junção de dois idiomas, com o objetivo de compreender a etimologia do nome de um deus, é muito contestada.

Segundo uma lenda mexica, relatada pelo frei Andr√©s de Olmos, √† pedido do Sol, os deuses se auto-sacrificaram no processo de cria√ß√£o do universo. Isso aconteceu em Teotihuacan e provocou um grande desespero nos seres humanos, que passaram a vagar √† procura de seus deuses, chorando e rogando. Num determinado momento, Tezcatlipoca os encontrou e se compadeceu, orientando-os para que preparassem uma festa, com muita m√ļsica e preces em sua honra. Finalmente, os deuses voltaram a se comunicar com seus filhos humanos e desde ent√£o, as preces e a m√ļsica se tornaram elementos fundamentais nos cultos da regi√£o.

Desta forma, Tezcatlipoca é encarado como o deus responsável pela introdução desses elementos, além dos sacrifícios, na religião asteca..

Tezcatlipoca_vs_Quetzalcoatl_by_gureiduson

Tif√£o ou Tifeu

sexta-feira, outubro 22nd, 2010

Copia de Monstruos

 

Na mitologia grega, Tifão (ou Tifon, Tifeu) é uma criatura considerada tanto um deus quanto um monstro. Era filho de Gaia e Tártaro. Escritores helenístico identificam Tifão com o Seth egípcio, e estudiosos religiosos identificam-no com o Arcanjo Sandalphon.Junto à sua esposa Echidna, foi pai de vários dos monstros que povoam as aventuras de heróis e deuses gregos, como o Leão de Neméia, combatido por Hércules, a Hidra de Lerna ou a Esfinge, na fusão com os mitos nilóticos, dos cães Ortros e Cérbero. Hesíodo descreve-o assim:

“As vigorosas m√£os desse gigante trabalhavam sem descanso, e os seus p√©s eram infatig√°veis; sobre os ombros, erguiam-se as cem cabe√ßas de um medonho drag√£o, e de cada uma se projetava uma l√≠ngua negra; dos olhos das monstruosas cabe√ßas jorrava uma chama brilhante; espantosas de ver, proferiam mil sons inexplic√°veis e, por vezes, t√£o agudos que os pr√≥prios deuses n√£o conseguiam ouvi-los; ora o poderoso mugido de um touro selvagem, ora o rugido de um le√£o feroz ; muitas vezes ‚ÄĒ √≥ prod√≠gio! ‚ÄĒ o ladrar de um c√£o, ou os clamores penetrantes de que ressoavam as altas montanhas.”
Descrição

Tif√£o era o √ļltimo filho de Gaia, e ap√≥s a derrota de seus irm√£os Gigantes, Gaia pediu-lhe para ving√°-los, assim como seus outros irm√£os, os Tit√£s.Tif√£o √© muitas vezes identificado como a personifica√ß√£o do terremoto. Ele morava numa gruta, cuja atmosfera envenenava com vapores t√≥xicos.

Era t√£o grande que sua cabe√ßa tocava os astros celestes e suas m√£os iam do Oriente ao Ocidente. Seus¬†brilhantes olhos vermelhos levavam o medo aos cora√ß√Ķes de todos os que olhavam para eles¬†Suas asas abertas podiam tapar o Sol, dos seus ombros saiam drag√Ķes, 50 de cada ombro ,no total 100. Ele era t√£o horrendo que todos o rejeitavam, at√© seus irm√£os, os tit√£s. Sua boca cuspia fogo em torrentes, e lan√ßava rochas incandescentes aos c√©us.

Na maioria das vezes descrito como o monstro mais terr√≠vel e poderoso das lendas, nenhum animal ou dem√īnio era t√£o temido pelos deuses como Tif√£o na mitologia grega.

A Luta contra o Olimpo
tifon arescronidaA fim de dar cabo √† vingan√ßa materna, Tif√£o come√ßou a escalar o Monte Olimpo provocando a fuga dos seus moradores todos; os deuses se metamorfosearam em animais e fugiram para o Egito (raz√£o pela qual, segundo os gregos, esse povo dava aos seus deuses configura√ß√Ķes zoom√≥rficas). Apolo tornou-se um falc√£o (H√≥rus), Hermes um √≠bis (Thoth), Ares um peixe (On√ļris), √Ārtemis uma gata (Neith ou Bastet), Dioniso um bode (Os√≠ris ou Arsafes), H√©racles um cervo, Hefesto um boi (Ptah) e Leto um musaranho (Wadjet). Apenas Atena teve coragem de permanecer no local e na sua forma humana.
Do Egito Zeus veio a se refugiar no Monte C√°ssio, na S√≠ria, local em que enfrentou o gigantesco inimigo. Dali atingia Tif√£o com seus raios mas este consegue derrub√°-lo e, com uma harpe, cortou-lhe os m√ļsculos dos membros e deles fazendo um pacote que guardou numa pele de urso. Os raios e os membros amputados foram confiados a Delfim – um drag√£o – no antro c√≥rciro, na Cil√≠cia.
No ataque Tif√£o invocara todos os drag√Ķes que, tantos eram, escureceram o dia. Tendo perdido seus raios Zeus propusera a Cadmo que, disfar√ßando-se em pastor, fizesse uma choupana e, com o som de sua flauta, atra√≠sse o monstro. Nonos assim registra o epis√≥dio:
“Canta, disse-lhe ele, Cadmo; tornar√°s a dar aos c√©us a primitiva serenidade. Tif√£o arrebatou-me o raio; s√≥ me resta a √©gide; mas de que pode valer-me contra as poderosas chamas dos raios? S√™ pastor por um dia e sirva a tua flauta para devolver o imp√©rio ao eterno pastor do mundo. Os teus servi√ßos n√£o ficar√£o sem pr√™mio; ser√°s o reparador da harmonia do universo e a bela Harmonia, filha de Marte e de V√™nus, ser√° tua esposa.”
Atra√≠do pela m√ļsica, Tif√£o se aproxima; Cadmo (ou Hermes, conforme a vers√£o do mito) finge estar assustado com os raios e o monstro, para acalm√°-lo, deixa os rel√Ęmpagos numa caverna onde Zeus, fazendo baixar uma nuvem para n√£o ser percebido, recupera suas armas e m√ļsculos.
Após recuperar seus poderes, Zeus força Tifão a fugir para o monte Nisa onde as Parcas dão-lhe de comer, pois estava esfomeado, frutos que lhe diminuem a força. Ainda em fuga chega à Trácia onde pelo tanto do sangue derramado deu nome ao monte Hemos.
Ainda perseguido, Tif√£o foge para a Sic√≠lia e depois para a It√°lia onde Zeus, concentrando todas as for√ßas, fulmina todas as cabe√ßas do monstro, que cai morto sob a terra. Em outra vers√£o, Zeus lan√ßa Tif√£o de volta para o T√°rtaro, e joga o Monte Etna em cima dele, para sempre prendendo-o sob o seu peso.¬†Sendo um monstro cuspidor de fogo, acreditava-se que ele lutava constantemente para se tornar livre, causando terremotos e erup√ß√Ķes vulc√Ęnicas cada vez que ele se movia..Varia√ß√£o da Lenda

Alguns mitos afirmam que Tifão era filho de Hera, mas a melhor explicação vem de uma história onde Hera, em um acesso de raiva contra Zeus, vai até a presença de Gaia e Tártaro e suplica-los para criarem um deus mais poderoso do que Zeus. Assim, Tifão é criado e Hera recebe um pouco mais do que ela esperava.

Relação com outros mitos 
  • Hades, incomodado com as estranhas agita√ß√Ķes do Etna provocadas por Tif√£o, saiu √† superficie para ver o que ocorria, dando in√≠cio assim ao epis√≥dio do rapto de Pers√©fone;
  • Cadmo, pela ajuda, fora presenteado por Zeus com a noiva Harmonia, para cujas n√ļpcias acorreram v√°rios deuses;
  • As nove filhas de Piero, rei da Maced√īnia desafiaram as Musas, ridicularizando a fuga dos deuses cobardemente disfar√ßados em animais, por medo a Tif√£o.
Descendência
tifon_by_juanex-d3e9z12Echidna, sua hedionda companheira, escapou da destrui√ß√£o. Ela era a √ļnica criatura que podia suportar a terr√≠vel apar√™ncia de Tif√£o, j√° que outras Tit√Ęnides e deusas primordiais o rejeitavam. Ela se escondeu em uma caverna, protegendo a descend√™ncia de Tif√£o, e Zeus deixou-os viver, como um desafio para os futuros her√≥is. Os filhos de Tif√£o e Echidna s√£o:¬†
  • Esfinge, monstro que levara terror a Tebas e derrotada por √Čdipo;
  • Ortros, c√£o de guarda do rebanho de Geri√£o, morto por H√©racles;
  • Le√£o de Nem√©ia, tamb√©m morto por H√©racles, foi transformado em constela√ß√£o;
  • Hidra de Lerna, em cujo sangue H√©racles embebeu suas setas para que seus ferimentos fossem incur√°veis, ap√≥s derrot√°-la com ajuda de Iolau;
  • C√©rbero, guardi√£o da entrada do Submundo;
  • Quimera;
  • Ladon, o drag√£o que guardava o jardim das Hesp√©rides, tamb√©m morto por H√©racles.

O Tri√Ęngulo das Bermudas

quinta-feira, outubro 14th, 2010

triangulo das bermudas

 

 

O¬†Tri√Ęngulo das Bermudas¬†trata-se de um tri√Ęngulo imagin√°rio, formado entre as ilhas Bermudas, Porto Rico e Melbourne (Fl√≥rida).
Desde meados do s√©c. XIX que tem-se conhecimento de fatos misteriosos, nesse local. Mais de 50 barcos e navios, al√©m de 20 avi√Ķes, a√≠ desapareceram. A express√£o “tri√Ęngulo das Bermudas” foi inventada por Vincent H. Gaddis, escritor e investigador que se especializou nos fen√≥menos inaplicados, misteriosos e ins√≥litos, para demarcar uma zona onde estranhos acontecimentos t√™m acontecido.
V√°rias supostas explica√ß√Ķes foram surgindo com o tempo, mas nenhuma delas pode ser comprovada. Desde hip√≥teses de OVNIs sequestradores at√© tempestades magn√©ticas que teriam feito com que b√ļssolas e equipamentos de navega√ß√£o parassem de funcionar (mas… isso n√£o explicaria o total desaparecimento da tripula√ß√£o, nos casos em que as embarca√ß√Ķes foram encontradas posteriormente). Existem ainda aqueles que acham que tudo n√£o passa de coincid√™ncia. Outras hip√≥teses seriam: erro humano, anomalias magn√©ticas, bolha de g√°s metano que se elevavam e engoliam tudo ao redor (veja explica√ß√£o a seguir), vulc√Ķes submarinos em erup√ß√£o, piratas, animais submarinos gigantescos e outras tentativas absurdas de se explicar o desaparecimento de tantas pessoas.
A teoria das bolhas de g√°s metano surgiu por volta de 1998, levantada pelo ge√≥logo ingl√™s Ben Chennell. Segundo ele, existem v√°rias reservas de metano congelado e comprimido no fundo do oceano e se elas desmoronam, causam explos√Ķes submarinas, que com o deslocamento de ar e √°gua, afundam as embarca√ß√Ķes que estiverem no local. Questionado sobre os avi√Ķes desaparecidos, ele disse que em casos mais extremos as explos√Ķes poderiam super aquecer os motores de aeronaves que estivessem passando pelo local. Mas ele n√£o soube explicar como as tripula√ß√Ķes de barcos encontrados intactos, desapareciam.
A regi√£o tamb√©m √© conhecida pelos cientistas por ocorrerem outros fen√īmenos interessantes, s√≥ encontrados al√≠, ou encontrados em maior concentra√ß√£o do que em outras partes do mundo. S√£o encontradas em grande n√ļmero, por exemplo, cavernas subterr√Ęneas que d√£o passagem a lagos e mares no continente americano.
Relatos de sobreviventes que quase desapareceram na região, citam uma grande neblina que ofuscava a visão e fazia parecer que mar e céu eram a mesma coisa. Um capitão de fragata disse que sentiu uma força puxando o barco no sentido contrário ao que ele tentava direcionar sua embarcação. Um rebocador que socorria um grande cargueiro escapou dessa mesma névoa descrita por várias pessoas, porém o cargueiro teria desaparecido depois de uma espécie de tempestade na qual o dono do rebocador disse ter passado.
O Tri√Ęngulo das Bermudas teve seu primeiro caso oficialmente registrado em 16 de Setembro de 1950 (mesmo j√° havendo relatos de desaparecimento de avi√Ķes tr√™s anos antes). O rep√≥rter caracterizou o momento como “misteriosos desaparecimentos de navios e avi√Ķes entre o litoral da Fl√≥rida e as Bermudas”. O escritor M.K.Jessup tratou dessas mesmas hist√≥rias em The Case for the UFO (A Defesa dos OVNI) livro de sua autoria, publicado em 1955, onde sugere que a responsabilidade pelo incidente cabia a intelig√™ncias alien√≠genas, que teriam capturado os avi√Ķes com uma gigantesca nave m√£e, ponto de vista defendido tamb√©m por outros autores junto √† especula√ß√Ķes como: quarta-dimens√£o, aberra√ß√Ķes do espa√ßo-tempo, anomalias magn√©ticas extraordin√°rias…
Existem no planeta v√°rios outros pontos conhecidos como portais do diabo ou tri√Ęngulos de tempestades magn√©ticas, mas o mais famoso, sem d√ļvida √© o Tri√Ęngulo das Bermudas. Abaixo, segue uma lista de apenas algumas embarca√ß√Ķes e aeronaves desaparecidas no Tri√Ęngulo das Bermudas:
  1. KAIYO MARUS – Um navio enviado pelo governo japon√™s, justamente com o intuito de estudar o fen√īmeno no local, desapareceu sem deixar nenhuma pista, com dezenas de cientistas a bordo;
  2. ROSALIE – Barco franc√™s desaparecido em 1840. Foi encontrado meses depois na √°rea do Tri√Ęngulo das Bermudas, com as velas recolhidas, carga intacta, navegando normalmente, por√©m sem nenhum vest√≠gio de sua tripula√ß√£o;
  3. MARY CELESTE РBarco desaparecido em novembro de 1872, com 10 tripulantes. Foi encontrado em dezembro do mesmo ano sem ninguém a bordo;
  4. ATLANTA – Fragata brit√Ęnica com 290 pessoas a bordo, desaparecido em janeiro de 1880;
  5. FREYA РDe origem alemã, ficou um dia desaparecido. Saiu de Manzanillo, Cuba no dia 3 de outubro de 1902. O curioso é que foi encontrado no dia seguinte, no mesmo local de onde havia saído, porém sem nenhuma pessoa a bordo. Todos os tripulantes desapareceram;
  6. CYCLOPS РDesaparecido em 4 de março de 1918. Carregava 19.000 toneladas de provisionamentos para a marinha americana. Tinha 309 pessoas a bordo e desapareceu sem nem mesmo enviar uma mensagem de socorro;
  7. RAIFUKU MARU РCargueiro japonês desaparecido en 1924. Chegou a pedir ajuda pelo rádio, mas nunca foi encontrado;
  8. COTOPAXI РDesaparecido em 1925, próximo a Cuba;
  9. STAVENGER – Cargueiro desaparecido em 1931 com 43 homens a bordo;
  10. JOHN AND MARY – Desapareceu em abril de 1932. Posteriormente foi encontrado a deriva, a cerca de 80km das ilhas Bermudas;
  11. ANGLO-AUSTRALIAN РDesaparecido em março de 1938. Pediu socorro quando estava próximo as ilhas Açores. Sua tripulação era de 39 homens;
  12. GLORIA COLITE РDesaparecido em fevereiro de 1940. Também apareceu com tudo intacto, mas sem tripulação;
  13. RUBICON – Desapareceu em 22 de outubro de 1944. Cargueiro cubano que teria sumido no centro do chamado Tri√Ęngulo das Bermudas. Foi encontrado mais tarde pela Guarda Costeira Americana pr√≥ximo a costa da Fl√≥rida;
  14. SANDRA – Cargueiro repleto de inseticidas que desapareceu em junho de 1950. Nunca foi encontrado;
  15. CONNEMARA IV РDesapareceu em setembro de 1955. Apereceu 640km distante das bermudas, também sem tripulação;
  16. MARINE SULPHUR QUEEN – Cargueiro que desapareceu em fevereiro de 1963 sem emitir nenhum pedido de socorro;
  17. SNO’BOY – Desaparecido em 1¬ļ de Julho de 1963. Era um pesqueiro com 20 homens a bordo. Nunca foi encontrado;
  18. WITCHCRAFT – Desaparecido em 24 de dezembro de 1967. Considerado um dos casos mais extraordin√°rios do Tri√Ęngulo. Tratava-se de uma embarca√ß√£o que realizava cruzeiros mar√≠timos. Estava amarrado a uma b√≥ia em frente ao porto de Miami, Fl√≥rida, a cerca de 1600 metros do solo. Simplesmente desapareceu com sua equipe e um passageiro a bordo;
  19. ANITA – Desaparecido em mar√ßo de 1973. Era um cargueiro de 20.000 toneladas que estava circulando pr√≥ximo ao Tri√Ęngulo com 32 tripulantes a bordo;
  20. MILTON ATRIDES – Cargueiro desaparecido em abril de 1973;
  21. SUPER CONTELLATI√ďN – Avi√£o desaparecido em 30 de outubro de 1945. Era um avi√£o da marinha norte americana. Estava com 42 pessoas a bordo;
  22. MARTIN MARINER – Hidroavi√£o desaparecido em 5 de dezembro de 1945. Depois de 20 minutos de v√īo, sumiu com 13 tripulantes a bordo;
  23. Um C-54 do exército dos Estados Unidos, desapareceu em 1947. Nunca foi encontrado;
  24. Um avi√£o TUDOR IV. Desaparecido em 29 de janeiro de 1948. Avi√£o comercial de quatro motorres. Tinha 31 passageiros e 3 tripulantes a bordo;
  25. Avi√£o DC-3. Desaparecido em 28 de dezembro de 1948. Avi√£o particular, comercial, com 32 passageiros;
  26. Mais um avi√£o TUDOR IV, desapareceu em 17 de janeiro de 1949. Avi√£o comercial;
  27. GLOBEMASTER РAvião desaparecido em março de 1950. Era um avião comercial dos Estados Unidos;
  28. Avi√£o de transporte brit√Ęnico YORK. Desaparecido em 2 de fevereiro de 1952. Tinha 33 passageiros a bordo fora a tripula√ß√£o. Sumiu ao norte do Tri√Ęngulo das Bermudas;
  29. MARTIN P-5M. Hidroavi√£o desaparecido em 9 de novembro de 1956. Fazia a patrulha da costa dos Estados Unidos. Sumiu com 10 tripulantes a bordo nas proximidades do Tri√Ęngulo das Bermudas;
  30. CHASE YC-122 – Desaparecido em 11 de janeiro de 1957. Era um avi√£o cargueiro com 4 passageiros a bordo;
  31. Um avi√£o KB-50 desapareceu em 8 de janeiro de 1962. Tratava-se de um avi√£o tanque das For√ßas A√©reas dos Estados Unidos. Desapareceu quando cruzava o Tri√Ęngulo;
  32. 2 STRATOTANKERS KC-135 desapareceram em 28 de agosto de 1963. Eram 2 avi√Ķes de quatro motores cada, novos, a servi√ßo das for√ßas a√©reas americanas. Iam em miss√£o secreta para um base no Atl√Ęntico, mas nunca chegaram no local;
  33. CARGOMASTER C-132 РDesaparecido em 22 de setembro de 1963 perto das ilhas Açores;
  34. FLYNG BOXCAR C-119 – Desaparecido em 5 de junho de 1965. Era um avi√£o comercial com 10 passageiros a bordo.

Triangulo das Bermudas (1)

 

 

Tabuleiro de Ouija

segunda-feira, Março 1st, 2010

217155_422361771134399_1763470397_n¬†No filme O Exorcista, uma jovem √© possu√≠da ap√≥s brincar com um¬†Tabuleiro de Ouija, um quadro de ¬†pl√°stico ou de madeira, com as letras do alfabeto, n√ļmeros e algumas respostas b√°sicas, como sim ou n√£o.

 Ao se perguntar coisas ao tabuleiro, espíritos fazem mover um ponteiro ou um copo e apontam as respostas.
 Nos anos 60, muitas pessoas tornaram-se obcecadas pelos tabuleiros de Ouija, a ponto de fazer suas  vendas crescerem mais do que os mais famosos jogos do momento.
Os tabuleiros de Ouija foram desenvolvidos originalmente nos Estados Unidos por William e Isaac Fuld por volta de 1900, adaptados de uma vers√£o europeia de 1850.
Este tabuleiro √© um instrumento paranormal e deve ser encarado com o devido respeito, sendo talvez o mais controverso m√©todo de comunica√ß√£o com os esp√≠ritos, principalmente porque pode ser usado por qualquer um sem qualquer preparo ou cuidado especial. Assim, seu uso n√£o √© recomendado, pois pode provocar fen√īmenos medi√ļnicos sem a presen√ßa de um m√©dium experiente. Outro fator que desaconselha o uso do tabuleiro de Ouija √© que os mesmos podem colocar um utilizador desprevenido em contato direto com esp√≠ritos de baixo padr√£o moral, pois s√£o estes que se apressam em atender aos chamados dos desavisados e descrentes. Normalmente estes, no in√≠cio, fornecem informa√ß√Ķes corretas que podem ser confirmadas. Uma vez estabelecido um elo de confian√ßa, passam a zombar do utilizador do tabuleiro, dizendo coisas sobre o futuro que podem comprometer sua tranquilidade.
O uso do tabuleiro de Ouija deve ser feito no mínimo por duas pessoas, reunidas numa mesa onde todos possam estar próximos. Os utilizadores devem então colocar o dedo levemente sobre o ponteiro e convidar um espírito para tomar parte na sessão. A partir daí devem fazer-se as perguntas ao espírito de uma maneira repetida e vagarosa. Se algum espírito atender ao chamamento, o ponteiro mover-se-á lentamente letra por letra, até formar as palavras e a resposta. Aparentemente o ponteiro se move pela força dos presentes combinadas com a do espírito que se apresenta.
Atrav√©s dos anos, o tabuleiro de Ouija tem sido associado a um instrumento do Mal, especialmente por pais e grupos religiosos que afirmam que os jovens ficaram “possu√≠dos” ap√≥s o seu uso. Aparentemente, esp√≠ritos mal-intencionados que se fazem passar por bons esp√≠ritos t√™m causado a possess√£o de crian√ßas e danos emocionais em adultos (at√© mesmo o suic√≠dio) que usam o tabuleiro de Ouija. Existem muitos casos onde as pessoas acabam por ficar obcecadas pelo uso do tabuleiro, tornando-se dependentes dele para qualquer decis√£o que venham a tomar.
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