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Archive for the ‘Suméria e Mesopotâmia’ Category

Pazuzu – O Rei dos Demônios dos Ventos

segunda-feira, dezembro 31st, 2012

Pazuzu

380px-PazuzuDemonAssyria1stMilleniumBCEA origem de Pazuzu remonta há aproximadamente 1000 anos a.C. na Assíria, Mesopotâmia.

Na mitologia suméria, Pazuzu era o rei dos demônios do vento e o deus da fome e da seca. Era filho do deus Hanbi e sob o comando do deus Anu, veio do paraíso para combater a deusa maligna Lamashtu, os mesopotâmios acreditavam que Pazuzu viveu no deserto desde então.
Pazuzu é frequentemente representado por uma criatura de corpo humano, mas com a cabeça de um leão ou cachorro, garras em vez de pés, dois pares de asas, cauda de escorpião e o corpo revestido de escamas. Normalmente essas representações vêm com a mão direita levantada e a esquerda abaixada, representando vida e morte, criação e destruição.
Pazuzu era conhecido por trazer a estiagem e a fome nas estações secas e as pragas nas estações chuvosas. Apesar de ser considerado uma divindade do mal, Pazuzu era invocado em amuletos para lutar contra a deusa maligna Lamashtu, um demônio feminino que se alimentava das crianças recém-nascidas e que acreditavam ser a responsável por prejudicar a mãe durante o parto.
Pequenos amuletos retratando Pazuzu eram colocados no pescoço de mulheres grávidas a fim de protegê-las do demônio Lamashtu. Tais amuletos eram também colocados na mobília do quarto.
Era também invocado como proteção contra doenças trazidas pelos ventos, especialmente pelo vento oeste.
Pazuzu2

Lamashtu

quarta-feira, outubro 19th, 2011

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Lamashtu ou Dimme (na mitologia suméria) era um demônio feminino, uma deusa maligna que ameaçava as mulheres durante o parto e se alimentava da carne e do sangue dos recém-nascidos após sequestrá-los enquanto estavam sendo amamentados. Era filha do rei dos deuses Anu e Ninhursag. Ao contrário dos outros deuses, ela não tinha o amor no coração e gostava de ver o sofrimento de seus súditos, principalmente ver mães perdendo seus filhos, com abortos e outras coisas malévolas.
Reza a lenda que sua maldade era tanta, que foi fazendo com que ela se transformasse em um monstro peludo, com cabeça de leão, pés de pássaro, unhas grandes e garras afiadas nas mãos. Seu terror e ódio eram infinitos, por isso Anu teve que expulsa-la do paraíso, lhe amaldiçoando a vagar no mundo, onde seria odiava por todos e esquecida.

 

Conta-se que enquanto ela vagava pelo mundo dos homens, ela ia matando crianças recém nascida nas noites mais escuras, sugando todo o sangue delas e arrancando seus ossos, para roer durante o dia enquanto se escondia da luz do sol que queimava seus olhos e pele. E mesmo sem alguém Lamashtu deu a luz a sete filhos, pequenos vampiros, que também se criaram bebendo sangue dos mais novos humanos e aterrorizando a todos, iniciando assim um clã de sanguinários vampiros matadores de recém-nascidos. Fala-se que a noite Lamashtu perturbava o sono e os sonhos das pessoas, por onde passava plantas morriam e córregos secavam, quando chegava perto os músculos dos homens perdiam a força e as mulheres gravidas pariam antes da hora.
Doenças e pragas chegavam junto com ela, mas não iam embora quando a vampira partia.
Vendo que não podia mais defender as crianças, Anu criou o primeiro caçador de vampiros do mundo, levando a Terra Pazuzu, o deus da fome e da seca, que recebeu o poder para lutar contra Lamashtu e seus descentes, impedindo o assassinato dos pequenos.
Infelizmente, como a religião suméria foi sendo esquecida pela vinda das novas religiões, muitos da história de Lamashtu se perdeu, não se sabe o que aconteceu com ela ou se ainda vaga por esse mundo, ou quem sabe mesmo acabou sendo derrotado por seu poderoso inimigo Pazuzu, que desceu do paraíso para enfrenta-la. Mas caso Lamashtu ainda vague por essa Terra, mesmo que com menos poder, ela ainda deve sempre atacar a noite fazendo mães perderem seus filhos e homem perderem sua força…
lamashtu

 

Vampiros

sábado, setembro 25th, 2010

castlevania vampire

 A lenda dos vampiros surgiu a incontáveis séculos, na mitologia da Suméria e Mesopotâmia, sendo o vampiro original  um monstro muitas vezes mais terrível que o cavalheiro aristocrático pelo qual hoje em dia ele costuma ser retratado.  O principal responsável pela transformação foi o matemático irlandês Abraham Stoker, mais conhecido como Bram  Stoker, em sua obra-prima Drácula, lançada em 1897.
 Ele se inspirou na figura do voivode (príncipe) Vlad Tepes, que nasceu em 1431 na Transilvânia e governou o  território que corresponde à atual Romênia. Nessa época, a Valáquia (Romênia) estava dividida entre o mundo cristão  e o mundo muçulmano, e Vlad III era um cavaleiro cristão que ficou conhecido pela perversidade com que tratava  seus prisioneiros. Embora não fosse um vampiro real, sua crueldade alimentava o imaginário de tal modo que logo  passou para o conhecimento popular como um vampiro.
 O pai de Vlad III, Vlad II, era membro de uma sociedade cristã romana chamada Ordem do Dragão, criada por nobres  da região para defender o território da invasão dos turcos otomanos. Por isso Vlad II era chamado de Dracul, do grego  dragão, e por consequência, seu filho passou a ser chamado Draculea (filho do dragão). A palavra dracul, em romeno  significa diabo, que foi aplicado aos membros da família Draculea por seus inimigos e possivelmente também por camponeses supersticiosos.
Tendo como base o príncipe sanguinário e o mito dos demônios sugadores de sangue, Bram Stoker construiu um dos personagens mais lembrados da literatura mundial. A figura mítica do vampiro idealizado por Stoker foi de tal modo aceita e aperfeiçoada, que sua influência em romances, filmes, quadrinhos, etc. ultrapassou a leitura do livro original, gerando várias releituras, que inevitável e lamentavelmente, a cada dia se afastam mais do mito original e do próprio personagem de ficção, O Conde Drácula.
Portanto diferente do que a maioria das pessoas pensa, vampiros são monstros lendários, com poderes sobrenaturais capazes de destroçar humanos com grande facilidade, e eles sempre são descritos em suas lendas como homicidas diabólicos, desprovidos de qualquer compaixão ou pesar e que jamais veem humanos como seres semelhantes, mas sim como mero alimento.
Mesmo no romance de Stoker, onde o vampiro é um ser levemente humanizado, suas características desumanas não foram esquecidas, o livro deixa claro que a partir do momento em que você se torna um vampiro não existe escolha em ser bom, mau, vegetariano ou sugador de sangue humano, você se tornou num monstro sem escrúpulos, por melhor que fosse quando estava vivo. E sua alma só alcançará a libertação quando seu corpo imortal for de alguma forma destruído, além disso, o vampiro possui a força de vinte homens, pode se metamorfosear em animais, controlar elementos naturais como tempestades ou nevascas e animais como morcegos, lobos, corujas, moscas, ratos e raposas. Pode crescer e diminuir seu tamanho e até se transformar em névoa.
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Mistérios da Suméria

segunda-feira, setembro 20th, 2010

A Suméria é considerada a civilização mais antiga da humanidade, localizava-se na parte sul da Mesopotâmia. Evidências arqueológicas datam o início da civilização suméria em meados do quarto milênio a.C. Entre 3500 e 3000 a.C.

 As importantes criações atribuídas aos sumérios são a escrita cuneiforme, que provavelmente antecede todas as outras formas de escrita, tendo sido originalmente usada por volta de 3500 a.C.; as cidades-estado – a mais conhecida delas sendo, a cidade de Ur, construída por Ur-Nammu, o fundador da terceira dinastia Ur, por volta de 2000 a.C.
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Os sumérios eram adeptos de uma religião politeísta caracterizada por deuses e deusas antropomórficos representando forças ou presenças no mundo material.
Muitas histórias na religião suméria aparecem homólogas a histórias em outras religiões do Oriente Médio. Por exemplo, a ideia bíblica da criação do homem, bem como o dilúvio de Noé, estão intimamente ligados aos contos sumérios. Os deuses e deusas da Suméria têm representações similares nas religiões dos Acádios, Canaanitas e outros.
Na cultura suméria, acreditava-se que o universo surgiu quando Nammu, um abismo sem forma, enrolou-se em si mesmo num ato de auto – procriação, gerando An, deus do céu, Antu (Ki), deusa da Terra e Zuri, deus do equilibro entre as dimensões.
A união de An e Ki produziu Enlil, senhor dos ventos, que eventualmente tornou-se líder do panteão dos deuses. Após o banimento de Enlil de Dilmun (a morada dos deuses) por violentar Ninlil, a deusa teve um filho, Nanna, o deus da lua (mais tarde chamado de Sin ou Sinnu). Zuri revoltado com o acontecimento criou uma dimensão abaixo da terra, uma dimensão neutra. Da união posterior entre Sin e Ningal nasceram Inanna (deusa do amor e da guerra) e Utu (deus do sol, depois chamado de Shamash). Também durante o banimento de Enlil, o deus tornou-se pai de três divindades do submundo junto a Zuri e Ninlil. O mais famoso foi Nergal.
Nammu também teve um filho, chamado Enki, deus do abismo aquático ou Absu. Enki controlava também os Me, decretos sagrados que governavam coisas básicas como a física, e complexos como a ordem social e a lei.
ARTE SUMERIA
Relatos indicam que seus Deuses na verdade eram formas de vidas inteligentes de outro planeta.
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Na Teoria dos Astronautas Antigos, afirma que os humanos são descendentes ou que são criações de seres que visitaram a Terra milênios atrás. Uma teoria relacionada defende que esses seres nos deram muito conhecimento cultural, religioso e principalmente conhecimento astronômico.
A teoria dos Deuses Astronautas, diz que os homens não foram criados diretamente por Deus. O aparecimento do homem no planeta Terra relaciona-se geneticamente, simbolicamente e literalmente a umas poucas civilizações de outros planetas, especialmente aquela conhecida como os Anunnaki. Seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.
Nibiru 12º Planeta
 
Baseando-se na ideia de que as civilizações antigas tinham feito contatos com extra terrestres, uma hipótese considerada inverossímil por cientistas e historiadores. Este povo conhecia todos os planetas do sistema solar, inclusive Nibiru, um planeta lento que inicialmente transladava a cada 3.600 anos (período de tempo esse reduzido para 3.450 anos por dinâmicas gravitacionais do Sistema Solar) Este Planeta passa junto ao Cinturão de Asteróides. Segundo os sumérios, após a formação do Sistema Solar, Nibiru que vagava pelo meio inter estelar, foi capturado pela gravidade do Sol rumando em direção ao centro e passando muito próximo de outro planeta chamado Tiamat, que se partiu ao meio após ter sido atingido por um dos Satélites de Nibiru dando origem a Terra e ao Cinturão de Asteróides, evento que ficou conhecido como A Batalha Celeste.
Os Anunakis
 
“Anununaki significa aquele que desceu dos céus” na extinta língua suméria. O povo hebreu os chamavam de nefilim ou elohim, e os egípcios os denominavam neter.
Os ufólogos acreditam que os anunakis seriam seres provenientes do planeta nibiru que teriam criado a raça humana atual. Na mesma linha de raciocínio, os anunakis também seriam os responsáveis por todo conhecimento cientifico do povo sumério.
Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos três séculos sugerem que uma avançada civilização proveniente de fora da terra teria interagido com os habitantes da antiga Mesopotâmia a quase meio milhão de anos. Para os ufólogos eles seriam anunakis provenientes de nibiru que existiria no próprio sistema solar.
astronauta