terÁa, julho 17, 2018 04:07

Archive for the ‘Asteca’ Category

Tlaltecuhtli

terça-feira, maio 26th, 2015

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Tlaltecuhtli (““Aquela que d√° e devora a vida“) era uma monstruosa divindade asteca, associada a terra. Seu nome √© masculino, por√©m os textos astecas referem-se a esta divindade como uma deusa. Al√©m disso,¬†suas representa√ß√Ķes em c√≥dices e est√°tuas exibem claras caracter√≠sticas femininas.

Tlatecuhtli foi retratada em c√≥dices e monumentos de pedra¬†como um monstro horr√≠vel, muitas vezes em posi√ß√£o de c√≥coras, posi√ß√£o caracter√≠stica¬†de um trabalho de parto. Ela possui v√°rias bocas cheias de dentes afiados espalhadas pelo seu corpo, e¬†muitas vezes est√£o jorrando sangue. Seus cotovelos e joelhos s√£o cr√Ęnios humanos e em muitas imagens ela √© retratada com um ser humano pendurado entre suas pernas.¬†Algumas fontes a descrevem como um monstro marinho que viveu no oceano ap√≥s o quarto dil√ļvio, sendo uma encarna√ß√£o do caos que assolava a terra antes da sua cria√ß√£o.

 

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Mito

De acordo com a mitologia asteca, os deuses Quetzalcoatl e Tezcatlipoca foram os respons√°veis por criar o mundo na origem dos tempos, antes da Primeira Era ou Sol, mas Tlaltecuhtli destru√≠a tudo o que eles criavam. Decididos a por um fim nas a√ß√Ķes de Tlaltecuhtli, os deuses se transformaram em serpentes gigantes e, ap√≥s envolverem o corpo de Tlaltecuhtli, apertaram-na at√© dividir seu corpo em duas partes.

A parte superior do corpo de Tlaltecuhtli tornou-se a terra, as montanhas e os rios; seu cabelo tornou-se árvores e flores; seus olhos tornaram-se cavernas e poços. Quetzalcoatl e Tezcatlipoca também lhe deram o dom de fornecer aos seres humanos tudo o que eles precisarem de seu corpo. No entanto, a Deusa da Terra, muitas vezes exigia sacrifícios humanos, a fim de continuar fornecendo a eles aquilo que precisassem

Acreditava-se que Tlaltecuhtli devorava o sol todas as noites e o devolvia ao c√©u a cada manh√£. No entanto, o medo de que este ciclo pudesse ser interrompido por algum motivo, como durante eclipses, trazia p√Ęnico entre a popula√ß√£o asteca e foi muitas vezes a causa de sacrif√≠cios rituais.

 

 

 

 

 

 

Tezcatlipoca

segunda-feira, novembro 5th, 2012

Tezcatlipoca

 

Tezcatlipoca √© um dos tr√™s grandes deuses da mitologia asteca: √© o deus do c√©u noturno, da lua e das estrelas; senhor do fogo e da morte. Uma das figuras mais temidas do pante√£o asteca, criador do mundo, vigilante das consci√™ncias. √Äs vezes √© representado como um jaguar e carrega no peito um espelho atrav√©s do qual podia ver toda a humanidade. √Č conhecido como “O Senhor do Espelho Fumegante”.

As tradu√ß√Ķes para o nome de Tezcatlipoca s√£o bem variadas e, algumas vezes, at√© contradit√≥rias. Apesar de haver uma certa converg√™ncia quanto a tradu√ß√£o literal dos dois principais termos que comp√Ķe o nome do deus (Tezcatl e Poca), especialistas em n√°huatl concordam que as quest√Ķes referentes a esse debate n√£o est√£o fechadas.

Tezcatl √© freq√ľentemente traduzido por refletir ou espelho.

Poca significa fumo, fumaça.

Com a junção dos dois termos, teríamos a tradução mais usual: espelho fumegante.

Muitos estudiosos afirmam que a palavra tletl (luz) estaria localizada entre os dois termos anteriores, formando espelho de luz fumegante, mas essa hipótese não é confirmada.

Alguns especialistas de Tlaxcala apontam para a palavra Pucah, do idioma Otomi, que significa negro, mas a junção de dois idiomas, com o objetivo de compreender a etimologia do nome de um deus, é muito contestada.

Segundo uma lenda mexica, relatada pelo frei Andr√©s de Olmos, √† pedido do Sol, os deuses se auto-sacrificaram no processo de cria√ß√£o do universo. Isso aconteceu em Teotihuacan e provocou um grande desespero nos seres humanos, que passaram a vagar √† procura de seus deuses, chorando e rogando. Num determinado momento, Tezcatlipoca os encontrou e se compadeceu, orientando-os para que preparassem uma festa, com muita m√ļsica e preces em sua honra. Finalmente, os deuses voltaram a se comunicar com seus filhos humanos e desde ent√£o, as preces e a m√ļsica se tornaram elementos fundamentais nos cultos da regi√£o.

Desta forma, Tezcatlipoca é encarado como o deus responsável pela introdução desses elementos, além dos sacrifícios, na religião asteca..

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Xiuhtecuhtli

s√°bado, junho 23rd, 2012

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Xiuhtecuhtli¬†(tamb√©m chamado¬†Huehueteotl¬†e¬†Ixcozauhqui)¬†√© o deus do fogo da mitologia asteca. Um deus jovem e vigoroso, ele era considerado o guardi√£o dos reis e dos guerreiros.¬†Ele √© ¬†conhecido como “Senhor da Turquesa” e √© geralmente representado¬†com um rosto vermelho ou amarelo, com um incens√°rio na cabe√ßa ou¬†usando uma coroa e ornamentos feitos de pedra azul turquesa.¬†Xiuhtecuthli tinha outro nome: Huehueteotl, o “Antigo Deus”. Como Huehueteotl, ele aparece como um homem idoso, geralmente inclinado e carregando um braseiro, ou um pequeno fog√£o, sobre a sua cabe√ßa.¬†A forma animal de Xiuhtecuhtli √©¬†Xiuhcoatl,¬†a Serpente de Fogo.¬†Sua esposa √© a deusa¬†Chalchiuhtlicue. Com¬†Chantico¬†como sua contraparte feminina, ele¬†√†s vezes √© considerado como uma manifesta√ß√£o de¬†Ometecuhtli, o Senhor da Dualidade

Seus símbolos principais são a tecpatl (pederneira) e o mamalhuatzin, as duas varas que eram friccionadas para acender fogueiras cerimoniais. Um bastão com uma cabeça de veado também era um atributo de Xiuhtecuhtli, embora não exclusivamente.
Xiuhtecuhtli desempenha um papel vital na cosmologia asteca. De acordo com os mitos, ele se ergueu de um forno em Mictlan, o submundo asteca, e passou através da terra aos céus como um pilar de fogo. Se esse fogo, que mantinha todas as partes do universo juntas, se apagasse, tudo iria desmoronar. Devido ao seu papel de manter todos os domínios do universo unidos, Xiuhtecuhtli foi pensado para ser o guia que conduzia as almas desta vida para a vida pós-morte.

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Festivais
Xiuhtecuhtli tamb√©m era adorado como o deus do tempo e do calend√°rio (a palavra¬†xihuitl, relacionada ao seu nome, significa “ano”). Eram realizadas festas em sua honra duas vezes por ano, uma durante o ver√£o e outra no meio do inverno.
Nesses festivais, uma imagem da divindade era construída em madeira e ricamente adornada com roupas, plumas e uma elaborada máscara. Aves eram sacrificadas ao ídolo e seu sangue era derramado perante ele e copal era queimado em sua honra. No dia do festival, os sacerdotes de Xiuhtecuhtli passavam o dia dançando e cantando perante o ídolo. O povo capturava animais, incluindo mamíferos, aves, cobras, lagartos e peixes, durante dez dias antes do festival, a fim de jogá-los na lareira na noite do festival. Durante a noite, a imagem do deus era acesa com o uso do mamalhuatzin. Comida era consumida ritualmente, incluindo tamales de camarão, após o primeiro pedaço ser oferecido ao deus .
A cada quatro anos uma versão mais solene do festival foi realizada no templo de Xiuhtecuhtli em Tenochtitlan , com a presença do imperador e dos seus nobres . Escravos e prisioneiros estavam vestidos como a divindade e sacrificado em sua honra. Padrinhos foram designados para as crianças neste dia e as crianças tiveram suas orelhas furadas ritualmente . Depois disso, as crianças , seus pais e padrinhos todos compartilharam uma refeição juntos.
Uma cerim√īnia muito mais significativa ocorria a cada 52 anos, no final de um ciclo de tempo de manuten√ß√£o chamada Rodada de Calend√°rio. Nesta ocasi√£o, os astecas apagavam todas as chamas de seu imp√©rio. Os sacerdotes de Xiuhtecuhtli acendiam um novo fogo sagrado para iniciar o novo ciclo de calend√°rio. Deste fogo todos os outros fogos eram reacendidos, primeiro nos templos e depois nas casas das pessoas.

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Homens Lagartos

sábado, março 28th, 2009

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Em março de 1972, vários moradores de Loveland, Ohio, inclusive dois policiais, todos aterrorizados, disseram ter visto um bípede bizarro com cara de sapo, caixa torácica inclinada, escamas cor de prata e rugas na cabeça, ao invés de cabelos.

 

 

No ver√£o de 1972, no Lago Thetis, Columbia Brit√Ęnica, um homem r√©ptil emergiu da √°gua para expulsar dois rapazes da praia, um dos quais sofreu lacera√ß√Ķes na m√£o, causada por seis pontas afiadas em cima da cabe√ßa do bicho.

 

 

Em agosto de 1955 na cidade de Evansville, Indiana, a Sra. Darwin Johnson lutou com um agressor enquanto nadava no Rio Ohio, que logo fugiu, mas deixou uma palma esverdeada impressa em seu joelho e algumas marcas e arranh√Ķes, que a levaram a buscar socorro m√©dico.

 

 

Os Homens lagartos est√£o presentes em diversas culturas humanas desde o inicio das civiliza√ß√Ķes. Sum√©ria, Chinesa, Japonese, Asteca, Maia, todas fazem men√ß√£o a humanoides com aspecto de lagartos. Como √© imposs√≠vel mesmo para nossa Ci√™ncia moderna, mapear as profundezas dos mares, fica a suspeita que, se caso eles existirem, talvez seja esse o seu habitat.

 

Reptilianos nas civiliza√ß√Ķes antigas:
Em um grande n√ļmero de civiliza√ß√Ķes antigas, existiram manifesta√ß√Ķes de f√© para figuras com as caracter√≠sticas dos homens lagarto. O¬†Quetzalc√≥atl¬†¬†da civiliza√ß√£o Asteca ou o Kukulcan, para os Maias, que em ambos os casos significa¬†‚ÄúSerpente Emplumada‚Ä̬†ou serpente de belas plumas, nos d√° um primeiro ind√≠cio dos r√©pteis como √≠cones. Tamb√©m na cultura eg√≠pcia encontramos com um Deus r√©ptil, ou melhor, conhecido como o Deus crocodilo Sobek a quem √© atribu√≠da √† gra√ßa da fertilidade, a vegeta√ß√£o e a vida humana.

 

No Oriente M√©dio, existem alguns seres repteis que v√£o desde alguns djinn ou ‚Äúdem√īnios‚ÄĚ a drag√Ķes, passando por homens r√©pteis. Esta tradi√ß√£o data de imemor√°veis anos. Num dos livros ap√≥crifos supostamente o elo perdido de Jasher ou yashar √© descrito como uma ra√ßa humana da serpente.

 

Homens répteis na cultura popular Zulu:

 

Na atualidade, existe na √Āfrica a cren√ßa popular de que h√° milhares de anos atr√°s, desceu do c√©u uma ra√ßa de gente cuja fisionomia era similar √† dos homens lagarto. A popula√ß√£o Zulu, da √Āfrica do Sul, transmitiu esta cultura atrav√©s de suas gera√ß√Ķes e ainda na atualidade podemos escutar a hist√≥ria de como estes reptilianos, que podiam mudar sua forma a vontade e tomavam em ocasi√Ķes a forma humana. E em alguns casos, os chefes das tribos casavam suas filhas com esses “extraterrestres”, com o objetivo de tentar uma ra√ßa com poder de reis e chefes de tribo.
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Outras culturas:
Europa:¬†C√©crope I, o m√≠tico primeiro rei de Atenas era meio homem, meio serpente. Ele est√° ilustrado, por exemplo, num friso do Altar de Zeus, em P√©rgamo (atual Bergama, na Turquia). Nestas imagens, algumas ilustram uma gigantomaquia, numa se v√™ o gigante Klyteros com serpentes enormes entre seus p√©s. Aquil√£o era o deus greco-romano do frio vento do Norte, descrito por Paus√Ęnias como um homem alado com cauda de serpente. O antigo culto grego a Gl√≠con idolatrava um deus-serpente que possu√≠a cabe√ßa de homem.
√ćndia:¬†Nas escrituras e lendas indianas, os Naga s√£o seres reptilianos que viviam no subterr√Ęneo e interagiam com seres humanos na superf√≠cie. Em algumas vers√Ķes, estas criaturas teriam vivido num continente no Oceano √ćndico que afundou sob as ondas. Textos indianos tamb√©m se referem a uma ra√ßa de reptilianos chamada ‚ÄúSarpa‚ÄĚ. Os Syrict√¶ da √ćndia foram uma tribo legend√°ria de homens com narinas de serpente no lugar do nariz e pernas serpentinas arqueadas.
√Āsia Oriental:¬†Os chineses, vietnamitas, coreanos e japoneses falam durante toda a sua hist√≥ria de L√≥ng (Yong em coreano, Ryu em japon√™s) ou drag√Ķes, concebidos em ambas as formas f√≠sica e extraf√≠sica, mas raramente ilustrados na forma humanoide, embora possam assumir uma forma humana n√£o reptiliana.
Na China, Cor√©ia e Jap√£o, reinos subaqu√°ticos s√£o citados como sendo onde os reis drag√Ķes e seus descendentes viveram, assim como uma linhagem de humanos descendentes de uma ra√ßa de drag√Ķes. Esta linhagem era frequentemente reivindicada pelos imperadores asi√°ticos que acreditavam ser capazes de mudar da forma humana para a forma de drag√£o conforme desejassem.
No Japão há mitos sobre os Kappa, ou homens-lagartos que vivem próximos aos rios e atacam as pessoas.
Oriente M√©dio:¬†No Oriente M√©dio, seres reptilianos que se transformam de g√™nios para drag√Ķes e homens-serpente s√£o citados desde os tempos antigos. Num dos livros ap√≥crifos, supostamente o livro perdido de Jasher, uma ra√ßa de serpentes √© descrita.
Depoimentos sobre aparecimentos de Seres Répteis:
Existem na rede milhares de matérias sobre o legendário homem rã de Loveland na localidade de Ohio, Estados Unidos no ano 1955. Numerosos casos aconteceram desde aquele avistamento, no entanto, o mais célebre sucessor em anos recentes foi à loucura do homem lagarto que dizem ter aparecido em Bishopville na Carolina do Sul em 1988.
Um homem disse que uma besta reptiliana de sete palmos de altura, de olhos roli√ßos e ap√™ndices de tr√™s dedos perseguiu seu carro atrav√©s de uma estrada rural a 40 milhas por hora. Um grande n√ļmero de outros avistamentos se seguiu, e os oficiais de policia descobriram v√°rias impress√Ķes estranhas na regi√£o. Mas como todo grande enigma, ainda n√£o foi dada a resposta f√°tica ao acontecido.