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Archive for agosto, 2013

Halloween

quinta-feira, agosto 29th, 2013

Origem histórica:

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O primeiro registos do termo “Halloween” √© de cerca 1745. Derivou da¬†contra√ß√£o¬†do termo escoc√™s “Allhallow-even” (v√©spera de¬†Todos os Santos) que era a noite das bruxas.
Posto que, entre o p√īr-do-sol do dia 31 de outubro e 1¬į de novembro, ocorria √† noite sagrada (hallow evening, em ingl√™s), acredita-se que assim se deu origem ao nome atual da festa:¬†Hallow Evening¬†‚Üí¬†Hallowe’en¬†‚Üí¬†Halloween. Rapidamente se conclui que o termo “Dia das bruxas” n√£o √© utilizado pelos povos de l√≠ngua inglesa, sendo essa uma designa√ß√£o apenas dos povos de l√≠ngua latina.
Outra hip√≥tese √© que a¬†Igreja Cat√≥lica¬†tenha tentado eliminar a festa pag√£ do Samhain (o Ano novo c√©ltico) instituindo restri√ß√Ķes na v√©spera do¬†Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos pa√≠ses de l√≠ngua inglesa como¬†All Hallows’ Eve.
Essa designa√ß√£o se perpetuou e a comemora√ß√£o do¬†halloween, levada at√© aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses no¬†s√©culo XIX, ficou assim conhecida como “dia das bruxas”.
Alguns bruxos acreditam ainda que a origem do nome vem da palavra hallowinas Рnome dado às guardiãs femininas do saber oculto das terras do norte (Escandinávia).
O Halloween marcava o fim oficial do ver√£o e o in√≠cio do ano-novo. Celebrava tamb√©m o final da terceira e √ļltima colheita do ano, o in√≠cio do armazenamento de provis√Ķes para o inverno, o in√≠cio do per√≠odo de retorno dos rebanhos do pasto e a renova√ß√£o de suas leis. Era uma festa com v√°rios nomes dependendo da regi√£o: Samhain, Samhein, La Samon, ou ainda, Festa do Sol.
A lenda:
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Uma das lendas de origem celta fala que os esp√≠ritos de todos que morreram ao longo daquele ano voltariam √† procura de corpos vivos para possuir e usar pelo pr√≥ximo ano. Os celtas acreditavam ser a √ļnica chance de vida ap√≥s a morte. Os celtas acreditavam que nessa data as leis de espa√ßo e tempo permitiam que o mundo dos esp√≠ritos se misturasse com o dos vivos.
Como os vivos não queriam ser possuídos, na noite do dia 31 de outubro, apagavam as tochas e fogueiras de suas casas, para que elas se tornassem frias e desagradáveis, colocavam fantasias e ruidosamente desfilavam em torno do bairro, sendo tão destrutivos quanto possível, a fim de assustar os que procuravam corpos para possuir.
“Gostosuras ou Travessuras?”:
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A brincadeira de “doces ou travessuras” √© origin√°ria de um costume europeu do s√©culo IX, chamado de “souling” (almejar). No dia 2 de novembro, Dia de Todas as Almas, os crist√£os iam de vila em vila pedindo “soul cakes” (bolos de alma), que eram feitos de pequenos quadrados de p√£o com groselha.
Para cada bolo que ganhasse, a pessoa deveria fazer uma ora√ß√£o por um parente morto do doador. Acreditava-se que as almas permaneciam no limbo por certo tempo ap√≥s sua morte e que as ora√ß√Ķes ajudavam-na a ir para o c√©u.
Jack O’Lantern:
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A vela na ab√≥bora provavelmente tem sua origem no folclore irland√™s. Um homem chamado Jack, um alco√≥latra grosseiro, em um 31 de outubro bebeu excessivamente e o diabo veio levar sua alma. Desesperado, Jack implora por mais um copo de bebida e o diabo concede. Jack estava sem dinheiro para o √ļltimo trago e pede ao Diabo que se transforme em uma moeda. O Diabo concorda. Mal v√™ a moeda sobre a mesa, Jack guarda-a na carteira, que tem um fecho em forma de cruz. Desesperado, o Diabo implora para sair e Jack prop√Ķe um trato: libert√°-lo em troca de ficar na Terra por mais um ano inteiro. Sem op√ß√£o, o Diabo concorda. Feliz com a oportunidade, Jack resolve mudar seu modo de agir e come√ßa a tratar bem a esposa e os filhos, vai √† igreja e faz at√© caridade. Mas a mudan√ßa n√£o dura muito tempo, n√£o.
No próximo ano, na noite de 31 de outubro, Jack está indo para casa quando o Diabo aparece. Jack, esperto como sempre, convence o diabo a pegar uma maçã de uma árvore. O diabo aceita e quando sobe no primeiro galho, Jack pega um canivete em seu bolso e desenha uma cruz no tronco. O diabo promete partir por mais dez anos. Sem aceitar a proposta, Jack ordena que o diabo nunca mais o aborreça. O diabo aceita e Jack o liberta da árvore.
Para seu azar, um ano mais tarde, Jack morre. Tenta entrar no c√©u, mas sua entrada √© negada. Sem alternativa, vai para o inferno. O diabo, ainda desconfiado e se sentindo humilhado, tamb√©m n√£o permite sua entrada. Mas, com pena da alma perdida, o diabo joga uma brasa para que Jack possa iluminar seu caminho pelo limbo. Jack p√Ķe a brasa dentro de um nabo para que dure mais tempo e sai perambulando. (Os nabos na Irlanda eram usados como suas ‚Äúlanternas do Jack” originalmente, mas quando os imigrantes vieram para a Am√©rica, eles acharam que as ab√≥boras eram muito mais abundantes que nabos. Ent√£o Jack O’Lantern, na Am√©rica passa a ser uma ab√≥bora, iluminada com uma brasa.)
Sua alma penada passa a ser conhecida como Jack O’Lantern (Jack da Lanterna). Quem presta aten√ß√£o v√™ uma luzinha fraca na noite de 31 de outubro. √Č Jack, procurando um lugar.
Bruxas:
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As bruxas t√™m papel important√≠ssimo no Halloween. N√£o √© √† toa que ela √© conhecida como “Dia das Bruxas” em portugu√™s. Segundo v√°rias lendas, as bruxas se reuniam duas vezes por ano, durante a mudan√ßa das esta√ß√Ķes: no dia 30 de abril e no dia 31 de outubro. Chegando em vassouras voadoras, as bruxas participavam de uma festa chefiada pelo pr√≥prio Diabo. Elas jogavam maldi√ß√Ķes e feiti√ßos em qualquer pessoa, transformavam-se em v√°rias coisas e causavam todo tipo de transtorno.

Diz-se também que para encontrar uma bruxa era preciso colocar suas roupas do avesso e andar de costas durante a noite de Halloween. Então, à meia-noite, você veria uma bruxa!

A crença em bruxas chegou aos Estados Unidos com os primeiros colonizadores. Lá, elas se espalharam e misturaram-se com as histórias de bruxas contadas pelos índios norte-americanos e, mais tarde, com as crenças na magia negra trazidas pelos escravos africanos.

O gato preto √© constantemente associado √†s bruxas. Lendas dizem que bruxas podem transformar-se em gatos. Algumas pessoas acreditavam que os gatos eram os esp√≠ritos dos mortos. Muitas supersti√ß√Ķes est√£o associadas aos gatos pretos. Uma das mais conhecidas √© a de que se um gato preto cruzar seu caminho, voc√™ deve voltar pelo caminho de onde veio, pois se n√£o o fizer, √© azar na certa.

 

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√ďrion

domingo, agosto 25th, 2013
√ďrion, na mitologia grega, era um gigante, filho do deus Poseidon e da mortal Eur√≠ale. Ca√ßador extremamente habilidoso, certo dia, aportou na ilha de Quios e, tendo encontrado a jovem M√©rope, apaixonou-se perdidamente por ela. En√≥pion, que era filho do deus Dion√≠sio e pai da jovem, prometeu ao ca√ßador a m√£o de sua filha, caso ele exterminasse todos os animais perigosos da ilha.
√ďrion todas as noites matava as feras e depositava suas peles aos p√©s de M√©rope. Quando finalmente n√£o havia mais animais perigosos na ilha, ele cobrou de En√≥pion o prometido. Acontece que este nunca tivera a inten√ß√£o de entregar a jovem. Assim, mandou espalhar o boato que ursos e le√Ķes estavam nas montanhas criando inseguran√ßa para as caravanas.

 

Desanimado, √ďrion embebedou-se. Entrou no quarto de M√©rope e a violentou. En√≥pion, enfurecido,¬†pediu ajuda ao seu pai Dion√≠sio, que enviou os s√°tiros para que fizessem com que √ďrion ficasse b√™bado at√© a inconsci√™ncia. En√≥pion quando viu o gigante indefeso, vasou-lhe os olhos e abandonou-o √† beira-mar.

Um or√°culo, entretanto, profetizou que se √ďrion viajasse para leste at√© a morada de Helios no Oceano e o fitasse quando ele fosse iniciar a sua jornada, recobraria a vis√£o.

Um aprendiz de Hefesto guiou-o at√© a morada de Helios, que realmente restituiu a vis√£o ao jovem. Eos (Aurora) ao ver o gigante, apaixonou-se pelo jovem que tornou-se seu amante. Passado o calor da paix√£o, √ďrion voltou para Quios, afim de vingar-se, mas En√≥pion havia fugido.

Seguiu para Creta pensando em encontr√°-lo, mas acabou por encontrar √Ārtemis que, como ele, era apaixonada pela ca√ßa. Tornaram-se grandes amigos, provocando o ci√ļme de Apolo, irm√£o da deusa.

A partir deste ponto, a lenda divide-se. Em algumas vers√Ķes, aproveitando-se da confian√ßa que a deusa havia depositado nele, √ďrion tenta violent√°-la. Ela foge e ele, raivoso, come√ßa a exterminar todos os animais. √Ārtemis – a deusa da ca√ßa – procura manter o equil√≠brio na natureza impedindo a ca√ßa indiscriminada.

Ela envia um enorme e venenoso escorpi√£o para matar √ďrion, o que de fato acontece. Entretanto o escorpi√£o tamb√©m √© morto por √ďrion. Alguns autores colocam que a morte do escorpi√£o foi causada pelos sagit√°rios em repres√°lia √† morte de √ďrion, de quem eles eram grandes amigos. Isto explica por que na constela√ß√£o do Sagit√°rio a flecha em seu arco aponta para o “cora√ß√£o” do escorpi√£o. Outra vers√£o conta que √ďrion tentou violentar uma sacerdotiza de √Ārtemis e por isso ela teria enviado o escorpi√£o para mat√°-lo.

Em outra vers√£o, √ďrion apaixona-se por M√©rope – uma das pl√™iades – perseguindo-a. N√£o sendo correspondido, inicia uma matan√ßa indiscriminada de animais, provocando a ira de √Ārtemis que envia o escorpi√£o para mat√°-lo. H√°, ainda, a vers√£o em que Apolo, enciumado com as aten√ß√Ķes que a irm√£ dava ao gigante, enviou o escorpi√£o para persegui-lo. √ďrion foge pelo mar em dire√ß√£o a morada de sua antiga amante – a deusa Eos – buscando prote√ß√£o. Apolo ao v√™-lo fugindo desafia a irm√£ a acertar, com suas flechas, um pequeno ponto preto sobre as √°guas. Ela prepara o arco e atira, sem saber que o ponto negro a que Apolo se referia era a cabe√ßa do seu amigo.

√Ārtemis quando percebeu o que ocorrera, implorou a Ascl√©pio que salvasse seu amigo, mas Zeus fulminou o m√©dico, a pedido de Hades, antes que este pudesse ajudar. Tal pedido foi encaminhado √† Zeus pelo fato do m√©dico estar esvaziando o reino dos mortos.

√ďrion, ap√≥s ser morto, foi colocado como constela√ß√£o no c√©u, a conhecida constela√ß√£o de Orion que fica perto da constela√ß√£o do seu amigo Sirius conhecida como a estrela Sirius.

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Stonehenge

s√°bado, agosto 3rd, 2013

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Stonehenge √© o monumento pr√©-hist√≥rico mais importante da Inglaterra e n√£o h√° nada semelhante √† ele em todo o mundo. Este altar de pedras tem sido usado h√° 5000 anos e at√© hoje n√£o se tem certeza absoluta qual era sua finalidade. Rituais Druidas, cerim√īnias em homenagem ao sol, ou portal para seres de outros planetas s√£o algumas das possibilidades sempre lembradas.

Os sax√Ķes chamavam ao grupo de pedras erectas “Stonehenge” ou “Hanging Stones” ( pedras suspensas), enquanto os escritores medievais se lhes referem como “Dan√ßa de Gigantes”.

As ‚Äúpedras azuis‚ÄĚ usadas para construir Stonehenge foram trazidas de at√© 400 km de dist√Ęncia, nas montanhas de Gales, com direito a travessia mar√≠tima, quando n√£o faltavam pedreiras na vizinhan√ßa. Algumas pesam 50 toneladas e tem 5 metros de altura. Se algu√©m tra√ßar uma linha no ch√£o, passando no meio do c√≠rculo formado pelas pedras, vai ver que esta linha aponta para a posi√ß√£o do nascer do sol de ver√£o.

A mais antiga refer√™ncia ao monumento, sup√Ķe-se, √© a que faz o grego Hecateu de Abdera na sua Hist√≥ria dos Hiperb√≥reos, datada de 350 A.C. ergue-se um templo not√°vel, de forma circular, dedicado a Apolo, Deus do Sol…

 

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O monumento √© um exemplo cl√°ssico das civiliza√ß√Ķes megal√≠ticas. Cientistas afirmam que Stonehenge foi constru√≠do entre os anos 2800 e 1100 a. C., em tr√™s fases separadas: 1¬™ Fase : (Morro Circular), que conhecemos como o c√≠rculo externo de Stonehenge e dos tr√™s c√≠rculos de buracos, cinq√ľenta e seis ao todo, que cercam o monumento

As quatro “pedras de esta√ß√£o” que se sup√Ķe terem sido utilizadas como um Observat√≥rio Astron√īmico, o objetivo aparente seria observar o nascer e o por do Sol e da Lua, visando elaborar um calend√°rio de esta√ß√Ķes do ano. 2¬™ Fase : que iniciou em 2100 a . C., houve a constru√ß√£o do duplo c√≠rculo de pedras, em posi√ß√£o vertical no centro do monumento, bem como da larga avenida que leva a Stonehenge e da margem externa das plan√≠cies cobertas de grama que o rodeiam. Na Terceira e √ļltima fase, o duplo c√≠rculo de pedras foi separado e reconstru√≠do, sendo erguidos muitos dos tr√≠litos.

 

 

Originalmente Stonehenge era um c√≠rculo externo media 86 m de di√Ęmetro. O c√≠rculo interno,com as pedras maiores, media 30 m. Havia ainda uma avenida de acesso principal onde ficavam os portais de pedra, marcando o alinhamento do sol e os ciclos da lua. Analisando-se as pedras viu-se que elas foram cortadas para encaixar exatamente uma na outra, o que √© incr√≠vel, j√° que na √©poca n√£o existiam ferramentas de constru√ß√£o com esta precis√£o.

Ao meditar sobre os mistérios de Stonehenge, vale lembrar que, naquela época, diferentes tribos e autoridades contribuíram para a construção de Stonehenge. Cada um pode ter tido objetivos diferentes para construir o monumento.

Alguns relatos hist√≥ricos contam que os Druidas, uma tribo Celta que habitou a regi√£o da Inglaterra durante o imp√©rio Romano fizeram cerim√īnias aqui, mas √© certo que n√£o foram eles que constru√≠ram Stonehenge, pois o monumento j√° existia quando os Druidas chegaram √† Inglaterra, a data√ß√£o pelo carbono-14 prova isto. Eles apenas herdaram a tradi√ß√£o, costumes e rituais dos primeiros moradores deste lugar.

Acredita-se que Stonehenge e outros s√≠tios megal√≠ticos hajam sido constru√≠dos pelos antepassados dos Druidas deste mil√™nio, por acreditarem que fossem lugares de grande for√ßa para concretizarem seus rituais…em vez de templos fechados eles reuniam-se nos c√≠rculos de pedra, como se v√™em nas ru√≠nas de Stonehenge Avebury, Silbury Hill e outros.Durante s√©culos, Stonehenge foi cen√°rio de reuni√Ķes de camponeses e nos √ļltimos 90 anos os “Druidas” modernos celebraram aqui o solst√≠cio de Ver√£o. Durante aproximadamente 20 anos, milhares de pessoas se reuniam no local todos os meses de junho para assistirem ao festival que a√≠ tem lugar. Mas em 1985 as autoridades proibiram tanto a vinda dos Druidas como o festival em si, receosas de que as pedras, assim como a paisagem circundante, possam ser danificadas

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Diversas pedras de Stonehenge tem desenhos ou inscri√ß√Ķes feitas pelas antigas civiliza√ß√Ķes, embora j√° estejam bastante apagadas pelo tempo. Como o local n√£o fica longe de Londres, h√° diversas excurs√Ķes de um dia que v√£o at√© l√°. Se voc√™ est√° de carro, Stonehenge fica duas milhas √† oeste de Amesbury, quase na jun√ß√£o das estradas A303 e A344.O fim de Stonehenge aconteceu por volta do ano 1600 AC. Foi a partir da√≠ que come√ßou sua destrui√ß√£o. Apesar do tamanho enorme, muitas das pedras desapareceram. As menores foram carregadas por visitantes que queriam levar uma “lembran√ßa”. A partir de 1918 o local come√ßou a ser recuperado, e muitas das grande pedras que estavam inclinadas e amea√ßando tombar foram reerguidas. Atualmente, o lugar √© administrado pelo English Heritage, e como o n√ļmero de visitantes √© de cerca de 700.000 por ano, foram tomadas medidas mais rigorosas para garantir a preserva√ß√£o de Stonehenge.

Ao redor do monumento principal existem outras obras intrigantes. Afastado de Stonehenge, 800 m ao norte est√° o chamado Cursum. Semelhante √† uma pista reta de corridas de cavalos, com 2,8 km de comprimento e 90 m de largura, imagina-se que ele tamb√©m era usado em cerimoniais religiosos e prociss√Ķes. Alguns adeptos do estudo dos OVNI afirmam entretanto que seu objetivo era servir como pista de pouso para naves interplanet√°rias.Depois da visita √† Stonehenge, ficam muitas d√ļvidas, algumas suposi√ß√Ķes, e poucas certezas. Porque trouxeram pedras t√£o imensas e pesadas de t√£o longe, exatamente para aquele lugar? Quem de fato construiu o monumento e porque? Sozinhos ou tiveram ajuda de alguma outra civiliza√ß√£o? Que civiliza√ß√Ķes eram estas, que j√° na pr√©-hist√≥ria tinham conhecimentos t√£o profundos de astronomia, engenharia, e matem√°tica? Teria sido Stonehenge realmente constru√≠do com ajuda de povos vindos de outros planetas, ou isto tudo n√£o passa de fic√ß√£o?

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Cécrops (Cecrópe)

s√°bado, agosto 3rd, 2013

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C√©crops¬†(ou¬†C√©crope) foi o governante de um antigo reino conhecido como √Ātica e ele √© creditado como o fundador de Atenas. C√©crops era metade homem e metade peixe ou serpente. Este grande rei de Atenas foi um her√≥i cultural que n√£o lutou grandes batalhas ou conquistou vastas terras. C√©crops ensinou aos atenienses sobre o casamento, a literatura e como enterrar corretamente seus mortos. A funda√ß√£o real de Atenas est√° perdida na bruma dos tempos. Ele n√£o aparece registrada na hist√≥ria at√© o s√©culo 7 a.C. , quando j√° existia h√° muito tempo.
C√©crops tem um in√≠cio incomum mesmo para uma criatura mitol√≥gica. C√©crops nasceu de uma aparente tentativa de estupro da deusa Atena . Um dia Atena visitou a loja de um ferreiro para obter algumas armas. O propriet√°rio desta loja era Hefesto, o deus dos ferreiros. Quando Hefesto viu Atena, ele foi tomado pela lux√ļria ao ponto de ele querer imediatamente ter rela√ß√Ķes com Atena. Atena era uma deusa virgem e ela n√£o sucumbiria aos seus desejos, ent√£o ela fugiu de Hefesto, que a perseguiu.

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Hefesto era um deus que tinha uma deformidade que não lhe permitia se mover muito bem, mas mesmo assim ele foi capaz de alcançar Atena. Ele estava tão excitado em seu desejo por ela que quando ele a agarrou, algumas gotas do seu sêmen caíram sobre sua perna. Atena conseguiu fugir de Hefesto novamente, sem que ele conseguisse consumar seu desejo, e quando ela percebeu que seu sêmen havia caído em sua perna, ela o limpou de seu corpo com muito nojo. Quando o sêmen de Hefesto atingiu o solo, Cécrops surgiu a partir da Terra.
Ningu√©m sabia sobre C√©crops al√©m de Atena, e ela criou C√©crops em segredo. Ela colocou-o dentro de uma caixa e depois ela o entregou √†s filhas do rei Cecr√≥pia. Eventualmente, duas das princesas foram superadas pela curiosidade e abriram a caixa. Uma vez que a caixa foi aberta e seu conte√ļdo foi revelado, as meninas ficaram chocadas com o que viram. Elas viram um bebezinho que era metade homem e metade r√©ptil/peixe. As princesas ent√£o enlouqueceram e dependendo da vers√£o da hist√≥ria, suicidaram-se ou foram mortas pelo beb√™. De toda forma, elas morreram ap√≥s ¬†ver C√©crops em sua forma infantil.
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Ap√≥s este incidente, Atena pegou C√©crops de volta e o enviou para uma colina rochosa chamada Acr√≥pole. De acordo com algumas vers√Ķes do mito , Atena fez esta colina para C√©crops, construindo-a a partir de pedras que ela encontrou no mar Pallini. C√©crops eventualmente cresceu at√© a idade adulta e a esta altura ele estava pronto para governar Cecr√≥pia .
Cecr√≥pia era o nome do rei da √Ātica e a cidade que ele governou (Cecr√≥pia) acabaria por se tornar Atenas. Um dia, Atena e Poseidon estavam discutindo sobre quem iria dar o nome da cidade. Eles decidiram liquidar o debate, dando presentes divinos para o povo de Cecr√≥pia e disseram a C√©crops que ele deveria escolher um dos seus dons que ele julgasse ser o melhor. A cidade recebia o nome do vencedor da disputa.
Poseidon bateu seu tridente no chão e da fenda formada começou a jorrar água, formando uma fonte. Este foi o seu presente para o povo de Cecrópia . Atena, em seguida, bateu no chão com um bastão e uma oliveira surgiu a partir da Terra. A árvore representava comida, sabedoria e paz. Esse foi o presente de Atena para o povo de Cecrópia .
C√©crops tinha que pensar bem sobre qual presente era o melhor e levou um longo tempo para isso. Ele eventualmente bebeu um pouco da √°gua que Poseidon criou, mas ela era salgada, e in√ļtil para o consumo. Depois de provar a √°gua, ele decidiu que o presente de Atena era o melhor. Ele tamb√©m alegou que a √°rea de Cecr√≥pia tinha muito molas, mas n√£o que muitas oliveiras. Ent√£o Atena venceu o concurso e foi a cidade de Cecr√≥pia foi renomeada como Atenas. Eventualmente Atena colocou C√©crops no trono como rei e lhe deu sabedoria sobre as quest√Ķes da vida, da sociedade e da administra√ß√£o civil. Ela tamb√©m lhe ensinou como realizar cerim√īnias religiosas aos deuses e se tornou a principal divindade da cidade. Ele, ent√£o, ensinou aos atenienses como serem civilizados e cultos. Poseidon ficou com raiva por ter perdido o concurso e amaldi√ßoou a cidade, dando-lhe falta de √°gua constante em toda a sua hist√≥ria.