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Archive for Janeiro, 2012

Yggdrasil

sexta-feira, Janeiro 27th, 2012

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Yggdrasil é uma árvore de tamanho colossal, e que representa na mitologia nórdica, o eixo do mundo. Ela ficaria localizada no centro do universo, e a ela estariam ligados os nove mundos, a saber: Midgard (O mundo dos homens), Asgard (mundo dos Aesir), Vanaheim (mundo dos Vanir), Helheim (mundo dos mortos), Svartalfheim (mundo dos anões ou elfos escuros), Ljusalfheim (mundo dos elfos de luz), Jotunheim (mundo dos Gigantes), Niflheim (mundo de gelo eterno) e Muspelheim (mundo de fogo). O seu nome significa “cavalo de Odin (Ygg)”, devido ao episódio em que o deus se dependurou da árvore durante nove dias e nove noites para alcançar a sabedoria. Também pode ser conhecida como Mímameidr (“viga de Mímir”), uma vez que Mímir, o guardião da memória do Mundo, vivia debaixo da Yggdrasil. É chamada na Germânia continental de Irminsul, podendo ter semelhanças com Jörmungandr ou a Serpente de Midgard, que tinha igualmente a função de manter a ordem do Universo.

Conta-se que nas frutas de Yggdrasil estão as respostas das grandes perguntas da humanidade. Por esse motivo ela sempre é guardada por uma centúria de Valquírias, denominadas protetoras, e somente os deuses podem visitá-la. Nas lendas nórdicas, dizia-se que as folhas de Yggdrasil podiam trazer pessoas de volta à vida e com apenas um de seus frutos, curaria qualquer doença.
As suas folhas são agitadas por um vento constante produzido pelo agitar das asas de uma águia pousada na sua copa.
É Yggdrasil quem dirige os destinos do Universo e dos vivos, e tem a sua base na fonte de Urdr guardada pelas Nornas, deusas fatídicas. Dela nascem os primeiros seres humanos, Embla (mulher) e Askr (homem).
Yggdrasil, possui três raízes, uma celeste, uma terrestre e a ultima subterrânea. E os nove mundos são considerados parte da arvore ou níveis diferentes que se estendem para além dela, porém todos estão conectados.
Localizado bem ao centro está Midgard ou o Jardim do Meio. Ou seja o próprio planeta terra, que reúne o poder dos outros mundos a ele conectados. Pelos galhos, pelo tronco. A arvore é cercada pelo mar e nas profundezas está a Serpente do Mundo, Midgardsomr, é a serpente que morde sua própria cauda.

OS NOVE MUNDOS DE YGGDRASIL

planeta terra

 

 

MIDGARD: Como já dito é o Jardim do Meio, o planeta Terra, o mundo dos homens. é considerado o mundo da ação física, das experiências sensoriais, do crescimento intelectual e o inicio da expansão espiritual para os nórdicos. Nesse nível. As forças do bem e do mal estão presentes neste mundo, e estão em equilíbrio, cada ação tem a sua reação. Midgard é o resultado da interação existente entre o fogo de Muspelheim e o gelo de Nilfheim.
Midgard está localizada acima da raiz terrestre de Yggdrasil, embaixo da qual nasce a fonte do gigante Mimir. Ela é vista como a sede da humanidade, visitadas por todos os seres que passam por ali.
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LJOSSALFHEM (ALFHEIM), a morada dos elfos claros. Está localizada bem cima de Midgard no eixo vertical. Não pode ser percebida pelos humanos como um plano real, mas é conhecido deles como o universo mental. Os elfos deste mundo são invisíveis devido a sua estrutura etéria, mas exercem influencia sobre a mente humana no campo intelectual e artístico. É também considerado o reino da imaginação, da criatividade, abriga os pensamentos conscientes e pode transforma-los em ações positivas.
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SVARTALFHEIM: É o oposto de Alfheim, está localizado baixo de Midgard e é lar dos elfos escuros e dos anões, e é guardado pelo anão Modsognir. Considerado o plano da modelagem, da transformação da matéria bruta em materiais refinados, como os metais, os cristais e as pedras preciosas. Dizem que a luz pode transformar os seres deste reino em pedra, desta forma eles vivem em florestas escuras ou cavernas e protegem-se da aproximação do ser humano.
Hel
HEL OU NIFELHEL: Localizado na base da Árvore, em um nível mais profundo , conhecido como “Mundo Subterrâneo”. É associado aos mortos, governado pela deusa de mesmo nome. Vale dizer que os mortos que ali estão, não tiveram uma morte honrosa em campos de batalha, morreram de velhice ou doença. É um plano onde o silêncio predomina e também uma certa inércia, mas as almas vêem para o Hel para repousarem e esperarem pelo dia de renascer. O plano também pode ser alcançado por uma ponte larga e escura, protegida pela ajudante da deusa homônima, Mordgud ou Modgudr.
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ASGARD: O reino dos Aesir, localizado no topo da Árvore na chamada “raiz espiritual” na raiz superior, em oposição ao reino de Hel. Este fica em um plano superior praticamente inacessível, regido por Odin e Frigga. Sinonimo de Céu, Mundo Superior, Só sendo possível ser alcançado com com determinação e fé, com auxiliou de um mentor de uma Valquíria. É em Asgard que está localizado o castelo Valhala, onde os guerreiros escolhidos pelas Valquírias, passam o resto de seus dias preparando para o Ragnarok.
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NILFHEIM: Conhecido como Reino de Gelo. Um mundo frio coberto por uma névoa, local onde a neblina se condensada aquecida pelos ventos quentes soprados diretamente de Muspelheim. Teve participação juntamente ao reino de fogo na criação de Midgard, oriundos do vazio primordial o Ginungagap. Será de Nilfheim, no Ragnarok que sairá o navio dos mortos, Naglfari, conduzido pelo deus Loki.
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MUSPELHEIM: O Reino de Fogo, localizado no pólo oposto ao Nilfheim, e como já dito é co-criador de Midgard. É habitado por Thursar e Etins, gigantes antigos e dotados de imenso poder de destruição. Desta dimensão partem os gigantes que vão destruir os mundos no Ragnarok.

 

 

 

 

 

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JÖTUNHEIM: Também conhecido como Utgard, reino dos Jötnar ou Thursar, gigantes inimigos dos deuses, comandados por Thrym. Um mundo considerado estagnado, pois seus habitantes só fazem guerrear e não tem tempo para dedicar as expansões. Ao contrario dos gigantes as gigantas conseguem ir além das limitações desta dimensão e por se empenhar tanto acabam atingindo o status de deusas devido a evolução espiritual.

 

 

 

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VANAHEIM: O reino das antigas divindades Vanir. era um reino de paz e plenitude, sede das forças modeladoras de processos orgânicos, das qualidades de prosperidade e de abundância e do potencial mágico. Os Vanes também são seres regentes da fertilidade, da sexualidade e do amor em Midgard, e trazem essas forças também para o Vanaheim

Manuscrito de Voynich

sexta-feira, Janeiro 27th, 2012

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Pouca gente conhece o Manuscrito de Voynich, que é considerado o “livro mais misterioso do mundo”. O que o torna tão misterioso é o fato de ser o único documento da Idade Média que ainda não foi decifrado.
O livro tem 204 páginas em pergaminho e, além dos textos incompreensíveis, contém muitas ilustrações que ajudam a entender sobre o que tratam quatro das cinco partes em que o livro parece estar dividido: botânica, astronomia, biologia, farmacologia (ou medicina). A última parte do livro contém apenas escrita, tornando difícil imaginar sobre o que trata. Este livro possui linhas de texto rabiscado em pergaminho visivelmente envelhecidos, que flui ao redor ilustrações primorosamente desenhada retratando plantas, tabelas astronômicas e figuras humanas em banho – talvez – a fonte da juventude.
À primeira vista, o “manuscrito Voynich” não parece ser diferente de qualquer outro trabalho antigo de escrita e desenho. Mas uma segunda olhada revela que nada aqui é o que parece. Caracteres estranhos, letras que lembram o latim, outras ao contrário de qualquer coisa usada em qualquer língua conhecida, são organizadas em que parecem ser palavras e frases, exceto que eles não se parecem com nada escrito – ou lido – por seres humanos. Na verdade o alfabeto utilizado em forma cursiva no texto é completamente diferente de qualquer idioma conhecido, e por isso é senso comum entre os especialistas que seja uma espécie de código o que está escrito nas aproximadamente duzentas e cinquenta páginas recheadas de ilustrações sobre astrologia, plantas e moças tomando banho em um encanamento muito bem elaborado. Foram inúmeras as tentativas frustradas nesses quase cem anos para decifrar o misterioso código.

 

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O manuscrito, que atualmente pertence ao Beinecke Rare Book and Manuscript Library da Universidade de Yale, foi descoberto em Villa Mondragone, perto de Roma, em 1912 pelo antigo livreiro Wilfrid Voynich enquanto selecionava itens de um baú de livros colocado à venda pela Companhia de Jesus. Voynich dedicou o resto de sua vida para desvendar o mistério da origem do livro e decifrar seus significados. Ele morreu 18 anos depois, sem ter descoberto qualquer segredo do livro. Durante os últimos cinco séculos, o livro intriga criptógrafos, padres, matemáticos e até reis. Escritas numa língua indecifrável e ilustradas com plantas, símbolos zodiacais e mulheres nuas, suas 240 páginas parecem revelar algum segredo milenar, uma enigmática fórmula de alquimia. Mas esse mistério pode ter sido revelado. 

O cientista da computação Gordon Rugg, da Universidade de Keele, na Inglaterra, acredita ter decifrado o código do livro, e arremata: o documento significa nada, coisa nenhuma. É puro conto do vigário armado para arrancar dinheiro de um abastado imperador. Revelado ao mundo em 1912 pelo colecionador americano Wilfrid Voynich, que emprestou seu nome ao mistério, o manuscrito não tem autoria nem data de nascimento conhecidas. Suas letras foram comparadas com numerais romanos e com os alfabetos latino, chinês, e árabe, entre outros. Para tentar decifrar o mistério, Rugg valeu-se de técnicas do próprio século 16, período em que o livro surgiu. Com um instrumento chamado Grade de Cardano, composto de 40 linhas e 39 colunas, ele criou uma tabela e a preencheu com sílabas do “voynichês”. Sobre a tabela, deslizou um cartão com janelas dispostas ao acaso. Conforme os movimentos do cartão, diferentes palavras formaram-se. “Obtivemos palavras com os mesmos padrões lingüísticos do manuscrito”, diz Rugg. Mas essa semelhança poderia ocorreu mesmo se as frases do livro tivessem um sentido. “O método produz uma imitação ao acaso assim como as palavras de um idioma. Por isso, o livro ainda pode ter sido escrito em língua natural”, afirma Jorge Stolfi, professor de computação da Universidade de Campinas, que estuda o manuscrito há seis anos. A maior evidência da fraude é que a Grade de Cardano era conhecida pelo alquimista Edward Kelley, com quem Rodolfo II, imperador da Boêmia, atual República Tcheca, obteve o manuscrito de Voynich. Entre 1576 e 1606, o rei Rodolfo levou ao Castelo de Praga ricas coleções de relíquias e obras de arte. Como também era dado a investigações de alquimia e magia negra, teria sido uma presa fácil para Kelley. A malandragem teria valido 600 ducados, segundo arquivos do imperador. Algo em torno de 150 mil reais hoje em dia.
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Dragões

segunda-feira, Janeiro 2nd, 2012

The_black_dragon_attack_PRINT_by_el_grimlock Dragões são, sem dúvida, uma das figuras mais enigmáticas que supostamente viveram ou vivem nesse planeta.

Eles estão presentes em praticamente todas as histórias das civilizações. Existem manuscritos narrando confronto de cidades e seus exércitos nos primeiros séculos contra ataques de dragões.
Tanto na Europa, quanto na Ásia e nas Américas, existem lendas de dragões, mitos que provém de épocas em que essas culturas não tinham entrado em contato.
Como pode uma criatura que nunca existiu estar presente em todas as culturas sem ao menos haver a disseminação de uma cultura para outra?
A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado
originalmente para definir grandes serpentes. Eles são representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano, muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo.
Em vários mitos eles são apresentados literalmente como grandes serpentes, como foram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas. Apesar de ser uma presença comum no folclore de povos tão distantes como chineses ou europeus, o mito do dragão assume, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferente, podendo assim fazer esses monstros irem de fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ate simples feras destruidoras.
Nunca foi encontrado nada além de relatos e historias fantásticas, tão pouco houve algum avistamento registrado de dragões nos tempos modernos, porém sabe-se, que os dragões eram odiados pelos humanos em quase todas as culturas e que eram considerados inimigos dos homens.Alguns Criptozoologistas sugerem que se eles realmente tenham existido, foram extintos na Idade Média, entretanto, não há como explicar a ausência completa de evidencias. Nenhum fóssil, ossada, carcaça ou qualquer outra grande evidencia foi encontrada ate hoje, tudo que se sabe sobre dragões vem de livros, textos, pinturas, desenhos e manuscritos da Antiguidade.

leviathan1  Dragões