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Archive for Março, 2011

As Linhas de Nazca

sábado, Março 19th, 2011

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As linhas de Nazca são geóglifos e linhas direitas no deserto Peruano. Foram feitas pelo povo Nazca, que floresceu entre 200 a.C. e 600 d.C. ao longo de rios que desciam dos Andes. O deserto estende-se por mais de 1.400 milhas ao longo do Oceano Pacifico. A área de Nazca onde se encontram os desenhos é conhecida pelo nome de Pampa Colorada. Tem 15 milhas de largura e corre ao longo de 37 milhas paralela aos Andes e ao mar.

Elas começaram a ser conhecidas, quando as pessoas começaram a viajar de avião sobre a área por volta de 1920, e viram esses estranhos desenhos gravados no chão. As Linhas de Nazca representam figuras de animais como mamíferos, insetos, pássaros, humanoides e pistas de aterrissagem, além de deuses. Os desenhos são tão grandes – alguns chegam a medir 300 metros de comprimento – que só podem ser vistos do alto, quando se sobrevoa a região.

 

nazca_spiderCalcula-se que as figuras tenham sido criadas entre os séculos III a.C. e VIII.

Nos anos 60, foi lançado um livro “Eram os deuses astronautas?”, escrito por Erich Von Däniken, ele dizia que as Linhas de Nazca tinham sido feitas por astronautas alienígenas, que eram considerados divindades pelos antigos povos. Era muito difícil imaginar que desenhos tão brilhantes pudessem ser feitos por uma tecnologia tão rudimentar.Imagina-se que as linhas de Nazca formam um aeroporto (ou astro-porto) para naves extraterrestres.

 

365J-09-29Possivelmente essas figuras tinham uma função ritual, vinculada à astronomia.

 

Meio a tantas teorias, arqueólogos dizem que o povo Nazca criou figuras tão grandes para que pudessem ser vistas por seus deuses no céu.

 

A cerca de 460 quilômetros da capital peruana, um dos maiores mistérios da humanidade permanece vivo.

 

 

 

 

 

 

 

 

Lança do Destino

quarta-feira, Março 16th, 2011

Spear_of_Destiny_by_saktiisback

 

A Lança do Destino (também conhecida como Lança Sagrada ou Lança de Longino), segundo a tradição da Igreja Católica, foi a arma usada pelo centurião romano Longinus para perfurar o tórax de Jesus Cristo durante a crucificação.

A lança (do grego: λογχη, lonke) só é mencionada no Evangelho de João (19:31-36), e em nenhum dos Evangelhos sinópticos. O Evangelho declara que os Romanos pretendiam quebrar as pernas de Jesus, uma prática conhecida como crurifragium, que objetivava acelerar a morte numa crucificação. Logo antes de o fazerem, porém, perceberam que Jesus já estava morto, e portanto não havia razão para quebrarem suas pernas. Para certificarem-se de sua morte, um legionário romano (fora da tradição bíblica chamado de Longino) furou-lhe o flanco:
“… Contudo um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água.” João 19:34.
O fenômeno do sangue e água foi considerado um milagre por Orígenes. Os católicos, embora aceitem o sangue e a água como uma realidade biológica, emanando do coração e da cavidade abdominal de Cristo, também reconhecem a interpretação alegórica: ela representa um dos principais mistérios/ensinamentos chave da igreja, e um dos principais assuntos do Evangelho segundo Mateus, que é a interpretação da Consubstancialidade adotada pelo Primeiro Concílio de Niceia, segundo a qual Jesus Cristo era ambos: verdadeiro Deus e verdadeiro homem. O sangue simboliza sua humanidade, a água, sua divindade. Cerimonialmente, isso é representado em certo momento da Missa: o padre asperge uma pequena quantidade de água no vinho antes da consagração, um ato que reconhece a humanidade e divindade de Cristo e representa o fluxo de sangue e água do flanco de Cristo na cruz. Santa Faustina Kowalska, uma freira polonesa cujo apostolado e cujos escritos levaram ao estabelecimento da devoção da Divina Misericórdia, também reconheceu a natureza milagrosa do sangue e água, explicando que o sangue simboliza a misericórdia divina de Cristo, e a água, Sua divina compaixão e as águas batismais.
Uma tradição indica que esta relíquia foi encontrada na Antioquia por um monge, chamado Pedro Bartolomeu, que acompanhava a Primeira Cruzada. Este afirmava ter sido visitado por Santo André, que lhe teria contado que a lança encontrava-se na igreja de São Pedro. Depois da conquista da cidade, foi feita uma escavação e foi o próprio Pedro Bartolomeu que a encontrou.
Apesar de se pensar que tinha sido o monge a colocar uma falsa relíquia no local (até o legado papal Ademar de Monteil acreditava nisto), o logro melhorava a moral dos cruzados, sitiados por um exército muçulmano. Com este novo objeto santo à cabeça das suas forças, o príncipe de Antioquia marchou ao encontro dos inimigos, a quem derrotou miraculosamente – milagre segundo os cruzados, que afirmavam ter surgido um exército de santos a combater juntamente com eles no campo de batalha.
sao-longuinho