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Archive for julho, 2010

Ahura Mazda (Ohrmazd)

domingo, julho 25th, 2010

Ahura_Mazda

 

hura Mazda¬†(ou¬†Ohrmazd) √© a divindade suprema do¬†Zoroastrismo. Ele √© o criador, juiz, benfeitor, protetor e defensor da verdade, da justi√ßa e¬†Asha, a ordem c√≥smica. Ele √© a perfei√ß√£o em pessoa e a fonte de tudo que √© bom no universo, que ele guarda com seu vasto ex√©rcito de¬†ahuras, esp√≠ritos anjos e seres universais. Ele responde ao apelo de seus seguidores e pode ser comunicado pessoalmente atrav√©s da justi√ßa , sacrif√≠cio , ora√ß√Ķes, rituais e invoca√ß√Ķes . Mas, em nenhuma circunst√Ęncia ele deve ser adorado em forma de imagem. Apenas a express√£o do seu nome j√° √© suficiente para destruir a mal√≠cia dos¬†daevas¬†e dos¬†druj¬†, os esp√≠ritos malignos . Ele n√£o possui uma forma ou corpo, mas atende por muitos nomes. No¬†Khorda Avesta¬†, ele proclama a Zoroastro seus in√ļmeros nomes como “Golpeador de dem√īnios” , “Melhor curador” , “Doador da multid√£o” , “A santidade perfeita” , “A Compreens√£o” , “O Conhecimento” , “Senhor”, “Beneficente”, “In√≥cuo”, “Invenc√≠vel” , “O que tudo v√™” , “Criador e Onisciente ( Mazda )” e “Doador da prosperidade”. A seguir est√£o alguns dos importantes atributos e fun√ß√Ķes de Ahura Mazda.
Como deus criador 
Ahura Mazda √© o criador de ambos os mundos vis√≠vel (material) e invis√≠vel (o mundo espiritual). Ele criou o tempo finito a partir do tempo infinito. Ele criou o¬†Amesha Spentas, arcanjos, esp√≠ritos guardi√Ķes e ahuras ou senhores divinos no mundo espiritual . Ele criou os elementos do fogo , √°gua, ar e da terra , o homem primitivo, o boi primitivo, plantas, animais e metais no mundo material. Ele estabeleceu¬†a¬†ordem (asha) no mundo que ele criou. Ele criou todas as coisas boas , todas as coisas brilhantes e todas as qualidades divinas. No entanto, de acordo com os antigos textos zoroastristas, Ele n√£o criou Ahirman ou as trevas e coisas mal√©ficas que fazem parte do dom√≠nio de Ahirman. Uma vez que Deus √© justo, o mal n√£o pode sair dele .

 

Como deus dispensador da justiça
Ahura Mazda¬†√© um Deus puro e justo, que mant√©m uma vigil√Ęncia sobre os mundos que ele criou e se certifica de que eles n√£o ser√£o dominados pelas for√ßas do mal. Ele pune aqueles que se entregam ao caminho do mal e do pecado e recompensa aqueles que seguem o caminho do bem. Aos seres humanos, ele d√° a chance de expiar seus pecados atrav√©s do arrependimento e de ora√ß√Ķes sinceras. No dia do Ju√≠zo Final , ele iria julgar as pessoas e atribuir-lhes ou o c√©u ou o inferno, de acordo com suas a√ß√Ķes.
Como deus protetor
 
Ahura Mazda faz uma promessa firme de proteger todos aqueles do mal que se professam como adoradores de Mazda, que se comprometem a religi√£o Mazdayasnian e segeum seus ensinamentos na letra e no esp√≠rito. Ele garante proteg√™-los de Ahirman, dos daevas, drujs, feiticeiros, bruxas,¬†kayags,¬†karbs, tiranos, malfeitores, hereges e pecadores. Ele promete proteger aqueles que se mant√©m puros, observando as tr√™s regras fundamentais: bons pensamentos, boas palavras e boas a√ß√Ķes, que seguem seus ensinamentos , respeitam o fogo sagrado, levam uma vida justa e evitam o pecado, enterram os mortos de acordo com o m√©todo prescrito por ele, executam rituais de sacrif√≠cio de acordo com as especifica√ß√Ķes feitas nas escrituras e buscam a sua prote√ß√£o e b√™n√ß√£os por meio de ora√ß√Ķes e invoca√ß√Ķes.
Como  deus defensor da verdade, da justiça e da ordem 
Ahura Mazda¬†mant√©m uma vigil√Ęncia rigorosa sobre os mundos que ele criou, afim mant√™-los livres do caos. Ele mant√©m a ordem (asha), que √© a sua natureza.¬†Ahura Mazda √©¬† a Verdade em pessoa. √Č do seu poder da verdade que vem o fluxo da ordem e justi√ßa . Ele √© o Senhor justo, que vai julgar no Dia do Ju√≠zo e livrar o mundo completamente do mal, e conceder√° a eternidade a todos aqueles que permanecem com ele e seus ensinamentos.
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Como fonte de conhecimento
Ahura Mazda¬†√© a fonte de todo o conhecimento. Ele √© o verdadeiro autor de todos os ensinamentos sagrados, e o seu conhecimento tem o poder de proteger as pessoas e o mundo do mal. Ele revelou o seu conhecimento a ¬†Zoroastro, a fim de ajudar a humanidade a proteger-se das a√ß√Ķes do mal.¬†Ele se comunica com aqueles a quem ele acha digno de receber seus ensinamentos sagrados.¬†Ele tamb√©m mostra ao povo o caminho para manter-se livre do mal enquanto vivem no mundo material. Somente ele sabe como prender Ahirman no mundo material e, finalmente, lev√°-lo √† justi√ßa.
Como deus benfeitor 
Ahura Mazda √© benevolente e generoso. Ele concede desejos √†s pessoas que se aproximam dele com devo√ß√£o e apresentam as suas ora√ß√Ķes com sinceridade. Ele est√° sempre com aqueles que seguem seus ensinamentos obedientemente , abdicam do mal e ajudam os outros a permanecerem no caminho da justi√ßa. A essas pessoas ele confere seus abundantes presentes: a vit√≥ria contra os inimigos, vigor, boa sa√ļde, conhecimento, abund√Ęncia, felicidade, nobre descend√™ncia, longevidade e vida celestial. Ele tamb√©m √© o curandeiro, que cura atrav√©s do conhecimento, medicina, b√™n√ß√£os e destrui√ß√£o do mal.
Como sendo sem forma e infinito
Ahura Mazda √© sem forma e infinito. A ele n√£o pode ser dada uma forma ou corpo, nem ¬†pode ser representado na forma de √≠dolos. Ele n√£o deve ser adorado em forma de imagem. Ele pode, contudo, ser adorado por meio de rituais de sacrif√≠cio ouYasnas, ora√ß√Ķes, c√Ęnticos e invoca√ß√Ķes. Ele pode ser comunicado em sil√™ncio e rever√™ncia pelos seus devotos seguidores em seus pr√≥prios cora√ß√Ķes. Em muitos aspectos fundamentais, Ahura Mazda √© semelhante ao Deus dos judeus e mu√ßulmanos.
Como deus destruidor do mal
Os textos zoroastristas n√£o deixam d√ļvidas sobre a supremacia de Ahura Mazda. Mas se ele √© onipotente no sentido estrito da palavra √© discut√≠vel. Embora ele seja o senhor do universo, sua autoridade √© constantemente desafiada e minada pelo esp√≠rito maligno, Ahirman, que parece possuir um plano e efic√°cia de sua autoria, e √© livre do controle de Ahura Mazda, pelo menos por enquanto, na parte vis√≠vel e material da cria√ß√£o. Enquanto Ahura Madza √© o criador de tudo, n√£o t√™m-se a certeza de ele criou o esp√≠rito maligno. Alguns textos tardios descrevem-no como um dos g√™meos criados por Ahura Mazda e que o pr√≥prio est√° acima dele. Mas a cosmologia de Zoroastro faz alus√£o √† exist√™ncia do mal durante o tempo infinito antes de Ahura Mazda iniciar sua cria√ß√£o. Al√©m disso, quando Ahura Mazda estava ocupado criando os seres e as coisas , Ahirman estava ocupado criando coisas m√°s e esp√≠ritos malignos. O que √© certo por√©m √© que Ahura Mazda √© mais poderoso do que seu advers√°rio, e eventualmente ir√° destruir Ahirman e livrar os mundos do mal.
Ahura Mazda¬†e Suas manifesta√ß√Ķes¬†
A religi√£o de Zoroastro possui elementos do monote√≠smo, polite√≠smo e tamb√©m o dualismo. √Č monote√≠sta porque reconhece Ahura Mazda como o mais alto e supremo Deus. √Č polite√≠sta no sentido de que seus seguidores reverenciam os seres universais ou Amesha Spentas e uma s√©rie de outras entidades espirituais. √Č dualista , no sentido de que reconhece os princ√≠pios de Deus e ¬†anti-Deus, presente em muitos aspectos do mundo material.

A Loira do Banheiro

sexta-feira, julho 9th, 2010

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√Č dif√≠cil encontrar no Brasil algu√©m que n√£o conhe√ßa a hist√≥ria da “loira do banheiro”. Quem nunca ouviu essa lenda, pergunte a seus pais, parentes ou amigos. Algum deles, com certeza conhece essa hist√≥ria assustadora que rondava nos col√©gios da rede p√ļblica.
Mito Popular:
Uma garota muito bonita de cabelos loiros com aproximadamente 15 anos sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar no banheiro da escola esperando o tempo passar. Porém um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a morrer. Mesmo sem a permissão dos pais, os médicos fizeram autópsia na menina para saber a causa de sua morte.
A menina n√£o se conformou com seu fim tr√°gico e prematuro. Sua alma n√£o quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas.
Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra. Algumas pessoas dizem que a loira aparece com uma rosa na mão e vestida de branco ou usando um antigo vestido azul. Sempre nos banheiros femininos das escolas. Dizem também que ela tenta se comunicar com as pessoas, mas não consegue.
Reza a lenda que, para chamar √† loira, voc√™ precisa ir ao banheiro feminino, na √ļltima cabine dos vasos sanit√°rios, apertar tr√™s vezes a descarga, falar tr√™s palavr√Ķes em voz alta e dizer tr√™s vezes “Loira, Loira, eu quero te ver”.
Isso é apenas uma lenda urbana, apesar de varias pessoas jurarem que já viram essa figura.
Historia Original:
A personagem que assombra a imagina√ß√£o de quem estuda nas escolas do pa√≠s, seria Maria Augusta, filha de Francisco de Assis de Oliveira Borges, Visconde de Guaratinguet√° e de sua segunda esposa, Am√©lia Augusta Cazal, ela nasceu no ano de 1866 e teve uma inf√Ęncia privilegiada e um requintado estudo em sua casa, cujas terras ultrapassavam os limites da atual Rua S√£o Francisco. Sua beleza encantava os ilustres visitantes que passavam pelo vale do Para√≠ba.
Naquela √©poca, a pol√≠tica dos casamentos n√£o levava em conta os sentimentos dos jovens, pois os casamentos eram “arranjados” levando-se em conta na realidade, os interesses dos pais. Uma n√≠tida conota√ß√£o de transa√ß√£o simplesmente econ√īmica ou meramente pol√≠tica, teria levado o Visconde de Guaratinguet√° a unir no dia 1 de Abril de 1879 sua filha Maria Augusta com apenas quatorze anos de idade com um ilustre conselheiro do Imp√©rio, Dr. Francisco Ant√īnio Dutra Rodrigues, vinte e um anos mais velho que a bela jovem.
Como era previsível, surgiram divergências entre Maria Augusta e seu marido, o Dr. Dutra Rodrigues, devido também à sua pouca idade, fazendo com que os pensamentos e ideais do casal fossem diferentes. Devido a esses problemas, Maria Augusta deixa a companhia do Marido em são Paulo e foge para a Europa na companhia de um titular do Império e alto ministro das finanças do reino, passando a residir em Paris na Rua Alphonse de Neuville.
Maria Augusta assume definitivamente a alta sociedade parisiense abrilhantando bailes com sua beleza, eleg√Ęncia e juventude. Maria Augusta prolonga sua estada na Fran√ßa at√© que no dia 22 de Abril de 1891, com apenas 26 anos de idade vem a falecer, sendo que para alguns, devido √† pneumonia, e para outros a causa foi a hidrofobia.
Diz a lenda, que um espelho se quebrou na casa de seus pais em Guaratinguetá no mesmo momento em que Maria Augusta morreu. Seu atestado de óbito desapareceu com o primeiro livro do cemitério dos Passos de Guaratinguetá, levando consigo a verdade sobre a morte de Maria Augusta. Para o transporte do seu corpo ao Brasil, foram guardadas dentro de seu tórax as joias que restaram e pequenos pertences de valor, e foi colocado algodão em seu corpo para evitar os resíduos. Conta-se também que durante o caminho, os pertences guardados em seu cadáver foram roubados.
Enquanto o corpo de Maria Augusta era transportado, sua m√£e inconsolada decidiu construir uma pequena capela no Cemit√©rio Municipal de Guaratinguet√° para abrigar a filha, com os dizeres: ‚ÄúEterno Amor Maternal‚ÄĚ. Quando o corpo da filha chegou ao palacete da fam√≠lia, sua m√£e o colocou em um dos quartos para visita√ß√£o p√ļblica e assim ficou por algumas semanas durante a constru√ß√£o da capela. O corpo da menina, que estava em uma urna de vidro, n√£o sofria com o tempo e ela sempre aparentava estar apenas dormindo.
Depois; mesmo quando a capela ficou pronta, a mãe negou-se a sepultar o corpo da filha devido a seu arrependimento. Até que um dia, após muitos sonhos com a filha morta, pedido para ser enterrada e dizendo que não era uma santa ou coisa parecida para ficar sendo exposta e com muita insistência da família, a mãe consentiu em sepultá-la.
A casa onde residiu a família e onde Maria Augusta nasceu tornou-se mais futuramente um colégio estadual, onde algumas pessoas afirmam terem visto o espírito de Maria Augusta andando por lá.
A lenda conta que Maria Augusta caminha at√© hoje pelos corredores do col√©gio. Suas conhecidas apari√ß√Ķes nos banheiros s√£o por conta da sede que seu esp√≠rito sente por ter sido colocado algod√£o em suas narinas e boca. Dizem que devido a esse acontecimento, ela passa pelos banheiros das escolas para abrir as torneiras e beber √°gua, e que quando isso acontece √© poss√≠vel sentir seu perfume e ouvir seu vestido deslizar pelo ch√£o, al√©m de ser poss√≠vel avistar sua silhueta pelas janelas. Nenhum relato de atos de maldade cometida por ela foi comentado, apenas breves apari√ß√Ķes pelos banheiros e corredores onde deixa no ar um leve perfume (o mesmo que usava em Paris). Tamb√©m h√° o relato de uma funcion√°ria da Escola que a ouviu tocar piano.
No cemit√©rio onde foi constru√≠da a capelinha para seu sepultamento, sendo mais exatamente um lindo mausol√©u branco √† esquerda do port√£o de entrada do cemit√©rio dos Passos, tamb√©m se ouvem relatos do avistamento de sua silhueta passando por entre os t√ļmulos do cemit√©rio, ao mesmo tempo em que um doce perfume predomina no ar, al√©m do barulho do arrastar de tecido pelo ch√£o.
Por isso, muito cuidado quando estiver só em um banheiro de uma escola, principalmente às altas horas da noite, você poderá ter uma surpresa altamente desagradável!
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Beowulf

quinta-feira, julho 1st, 2010

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A lenda de Beowulf foi escrita aproximadamente no ano 1000 de nossa era, mas os feitos do her√≥i j√° erma citados pelos menestr√©is h√° muitos s√©culos. Filho de Ecgetheow e sobrinho de Hygelac, rei dos Geats, cujo reino ficava onde √© hoje a Su√©cia Meridional, em sua inf√Ęncia, Beowulf j√° dava provas de sua grande for√ßa e coragem que o levou, quando adulto, a libertar Hrothgar, rei da Dinamarca, do monstro Grendel. Outro feito heroico foi a liberta√ß√£o de seu pr√≥prio reino de feroz drag√£o, que acabou ferindo-o mortalmente.
Uma das façanhas de Beowulf foi nadar por sete dias e sete noites até o país dos finêses, para vencer muitos monstros marinhos. Quando ajudou a defender a terra de Hetware, matando vários inimigos, mostrou novamente suas habilidades como nadador, levando sozinho até seu navio, trinta armaduras dos homens que matou.

O rei Hrothegar, da Dinamarca, durante doze anos sofreu as destrui√ß√Ķes provocadas em seu pa√≠s por um monstro chamado Grendel que, sendo encantado, n√£o podia ser morto por uma arma constru√≠da pelo homem. Vivia nas terras desertas e, certa noite, saiu e atacou o pal√°cio de Hrothgar, aprisionando e matando v√°rios dos convidados no castelo.

Sabendo disso, Beowulf seguiu, junto com quatorze marinheiros, até a Dinamarca, disposto a matar o monstro. Ao chegar, foram acolhidos pelo rei e, à noite, prepararam uma armadilha para Grendel, que ao chegar, atacou e matou um dos marinheiros, mas este antes de morrer, conseguiu arrancar um dos braços do monstro que, ao sair para sua caverna, deixou um rastro de sangue. A mãe do monstro voltou ao castelo para vingar morte do filho e, quando retornou à caverna, foi seguida por Beowulf que, nadando, entrou e a matou. Vendo o corpo de Grendel na caverna, Beowulf cortou-lhe a cabeça e levou-a ao rei, para comprovação da morte do monstro.

Beowulf foi acolhido no pal√°cio como her√≥i e assim tamb√©m foi, ao regressar √† sua terra natal, onde recebeu honrarias e muitos bens. Com a morte do rei menino Heardred, Beowulf o sucedeu no trono e reinou em paz por cinquenta anos, at√© que um drag√£o come√ßou a devastar seu reino. J√° idoso, Beowulf resolveu matar este monstro, assim com fez com Grendel, mas durante a batalha, foi ferido mortalmente e s√≥ consegui matar o monstro com a ajuda de Wigla, o √ļnico soldado que ficou ao seu lado at√© o final da luta, sendo nomeado por isso, seu sucessor no trono.

O corpo de Beowulf foi queimado e suas cinzas colocadas em um santuário, no alto de um rochedo, como lembrança das proezas do bom e grande homem que foi.

 

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