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Archive for março, 2010

Slender Man

sábado, março 6th, 2010

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O Slender Man ou homem esguio é descrito vestindo um terno preto e, como já diz o nome, aparece muito magro e capaz de esticar os seus membros e tronco para comprimentos desumanos, a fim de provocar medo e seduzir a sua presa.

Uma vez que os seus braços estão estendidos, as vítimas são colocadas numa espécie de estado hipnótico, onde ficam totalmente impotentes. Ele também é capaz de criar tentáculos dos seus dedos e andar numa forma similar a um Octopus, Ele rapta, mata, e leva suas vítimas para um local parecido com outra dimensão. É também desconhecido como nunca existem corpos ou provas por trás do seu rasto para se deduzir uma conclusão definitiva.

Parece uma lenda, mas muitas pessoas afirmam já terem visto o Homem Esguio.

Os avistamentos normalmente acontecem à noite, perto de rios ou florestas. Tem relatos também dele ter entrado em quartos de crianças à noite, com janelas abertas. Acredita-se também que apareceram imagens deles em fotos tiradas de crianças desaparecidas no dia em que elas sumiram.
Não se sabe muito sobre sua origem, sabe-se apenas que ele tem a necessidade de raptar crianças, e é visto bem antes do desaparecimento de uma ou várias. Ele parece preferir lugares com névoa e áreas arborizadas, como forma de esconder-se e não ser notado. É também de salientar que as crianças foram capazes de vê-lo quando não há outros adultos nos arredores.

As crianças também têm sonhos ou pesadelos sobre o “homem esguio” antes dos seus desaparecimentos. Contar essas histórias para os pais leva ao que eles sempre dizem: ”imaginação fértil”. Tem pessoas que já alegaram terem-no visto. Ele aparece principalmente à noite, e quase sempre nas áreas florestais ou próximas a rios. Ele também tem sido relatado espreitando para dentro de janelas abertas e passar na frente de motoristas solitários em estradas longas e desertas. O Slender man, já foi avistado em todos os lugares do Japão, Noruega e Estados Unidos para citar alguns.

Se há relatos? Sim há muitas fotos que correm pelo mundo na internet, na qual a presença dele é bem visível. Muitas até são antigas, mas não se sabe se a aparição é verdadeira, ou se é só montagens, mas há muitos documentários relatando a aparição dessa criatura (vídeos como o The Slender Man Documentary e o Marble Hornets), além de séries de TV como o Doctor Who existe um monstro bem parecido, não só na aparência, mas até alguns poderes com o Slender Man que são os Silencers.

Com isso eu lhes deixo na dúvida. Verdadeiro ou falso? Sendo montagem ou não, como a lenda diz que quanto mais você procura por ele, mais a chance dele aparecer pra você… Eu vou parando por aqui!

El Dorado

terça-feira, março 2nd, 2010

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A lenda do El Dorado, que se fundava na crença de uma cidade repleta de ouro, cujo termo El Dorado significa “O (homem) dourado” em espanhol; segundo a lenda, tamanha era a riqueza da cidadela, que o imperador tinha o hábito de se espojar no ouro em pó, para ficar com a pele dourada.

 

Essa lenda foi ouvida pelos primeiros conquistadores espanhóis que se fixaram, no século XV e XVI, nas costas da atual Colômbia e Venezuela, então chamada Terra Firme ou Terra Santa. A busca do El Dorado, que levou os europeus até ao Brasil, persistiu até meados do século XVIII.
Em 1535, o general Sebastián de Belalcazar, após ter destruído a última resistência dos Incas, no Norte de Lima (na direção de Quito), ouviu de um indígena, seu prisioneiro, a história do El Dorado, uma lenda das tribos ribeirinhas do Orinoco. Reza a lenda que havia uma tribo muito rica, localizada perto da atual Santa Fé de Bogotá (capital da Colômbia), onde viviam os índios Chibcha ou Muisca. Este povo tinha como costume religioso de untar o corpo do rei, provavelmente quando subia ao trono ou antes de ações guerreiras, com uma substância aderente, talvez resina, sobre a qual era soprado finíssimo pó de ouro. Completamente dourado, o rei dirigia-se para o meio da lagoa Guatavita, numa embarcação, e banhava-se nas águas, depois de ter lançado, para o fundo, jóias, vários objetos de ouro e pedras preciosas, como oferendas ao seu deus.
Segundo os registos de Oviedo de 1543, os Espanhóis tinham ouvido dos Índios que, todas as noites, o rei dourado se lavava, retirando o ouro do corpo, mas, no dia seguinte, voltava a ser coberto por esse metal precioso.
O mito do El Dorado conquistou de tal forma o imaginário dos séculos XV e XVI que arrastou os Europeus para a busca do tesouro e para a descoberta de novas terras das Índias Ocidentais, como designava, na época, a América. A referência ao El Dorado fazia mesmo parte das cartas com instruções que só os comandantes dos navios podiam abrir.
Foram muitos os exploradores que procuraram a mítica cidade, a exemplo do espanhol Gonzalo Jimenez de Quesada, em cuja expedição de 1538 fez parte Juan de Castellanos, o autor de História Del Nuevo Reino de Granada, os primeiros escritos sobre o El Dorado.
A ambição e a curiosidade pelo El Dorado atraíram os espanhóis até à Amazônia portuguesa. No entanto, as expedições organizadas, como as de Pedro Fernandez de Lugo, Gonzalo Quesada, Gonçalo Pizarro, Pedro de Ursua, em vários locais do Norte da América do Sul, nomeadamente, junto ao rio Orinoco, ao rio Negro, no lago de Guatavita, revelaram-se difíceis e sem sucesso.
Em 1698, descobriu-se as minas de Itaverava, em Minas Gerais, que despertaram a imaginação de vários aventureiros, relançando a busca do El Dorado. Foram encontradas, nessas minas, pedras pretas que, na realidade, eram porções de ouro, conforme se verificava depois de lavadas. Na verdade, essas pedras, que ficaram conhecidas como ouro negro, eram pretas, porque estavam cobertas por uma leve camada de óxido de ferro.
Jules Crevaux (1847-1882), um dos grandes exploradores da Amazônia, chegou à conclusão de que a existência de grutas formadas com rochas ricas em mica, que permitia tornar o corpo brilhante, teria baralhado os nativos, que nas suas narrações fantásticas, teriam confundido as palhetas de micas, conhecidas também como “areia de ouro”, com o ouro do El Dorado.
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Tabuleiro de Ouija

segunda-feira, março 1st, 2010

217155_422361771134399_1763470397_n No filme O Exorcista, uma jovem é possuída após brincar com um Tabuleiro de Ouija, um quadro de  plástico ou de madeira, com as letras do alfabeto, números e algumas respostas básicas, como sim ou não.

 Ao se perguntar coisas ao tabuleiro, espíritos fazem mover um ponteiro ou um copo e apontam as respostas.
 Nos anos 60, muitas pessoas tornaram-se obcecadas pelos tabuleiros de Ouija, a ponto de fazer suas  vendas crescerem mais do que os mais famosos jogos do momento.
Os tabuleiros de Ouija foram desenvolvidos originalmente nos Estados Unidos por William e Isaac Fuld por volta de 1900, adaptados de uma versão europeia de 1850.
Este tabuleiro é um instrumento paranormal e deve ser encarado com o devido respeito, sendo talvez o mais controverso método de comunicação com os espíritos, principalmente porque pode ser usado por qualquer um sem qualquer preparo ou cuidado especial. Assim, seu uso não é recomendado, pois pode provocar fenômenos mediúnicos sem a presença de um médium experiente. Outro fator que desaconselha o uso do tabuleiro de Ouija é que os mesmos podem colocar um utilizador desprevenido em contato direto com espíritos de baixo padrão moral, pois são estes que se apressam em atender aos chamados dos desavisados e descrentes. Normalmente estes, no início, fornecem informações corretas que podem ser confirmadas. Uma vez estabelecido um elo de confiança, passam a zombar do utilizador do tabuleiro, dizendo coisas sobre o futuro que podem comprometer sua tranquilidade.
O uso do tabuleiro de Ouija deve ser feito no mínimo por duas pessoas, reunidas numa mesa onde todos possam estar próximos. Os utilizadores devem então colocar o dedo levemente sobre o ponteiro e convidar um espírito para tomar parte na sessão. A partir daí devem fazer-se as perguntas ao espírito de uma maneira repetida e vagarosa. Se algum espírito atender ao chamamento, o ponteiro mover-se-á lentamente letra por letra, até formar as palavras e a resposta. Aparentemente o ponteiro se move pela força dos presentes combinadas com a do espírito que se apresenta.
Através dos anos, o tabuleiro de Ouija tem sido associado a um instrumento do Mal, especialmente por pais e grupos religiosos que afirmam que os jovens ficaram “possuídos” após o seu uso. Aparentemente, espíritos mal-intencionados que se fazem passar por bons espíritos têm causado a possessão de crianças e danos emocionais em adultos (até mesmo o suicídio) que usam o tabuleiro de Ouija. Existem muitos casos onde as pessoas acabam por ficar obcecadas pelo uso do tabuleiro, tornando-se dependentes dele para qualquer decisão que venham a tomar.
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